As forças de segurança de Mato Grosso apreenderam 757 tabletes de pasta base e cloridrato de cocaína que estavam escondidos em um caminhão frigorífico, no Distrito de Caramujo, em Cáceres (a 220 km de Cuiabá), nesta terça-feira (28.1). Somando a apreensão do veículo e do entorpecente, o prejuízo às facções criminosas é de R$ 16,6 milhões.
Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) realizavam patrulhamento pela BR-070 quando visualizaram um caminhão com a placa traseira com indícios de adulteração.
Diante disso, os policiais fizeram a abordagem e busca veicular, identificando adulteração no lacre da mercadoria transportada no veículo.
Para localizar a droga, os policiais utilizaram a cadela Haika, do Canil Gefron, que indicou a presença da droga na câmara frigorífica do caminhão.
No compartimento, os policiais localizaram diversos fardos aparentando ser substância análoga a pasta base e cloridrato de cocaína, totalizando 757 tabletes de droga, sendo 527 de pasta base de cocaína e 230 de cloridrato de cocaína.
Diante dos fatos, o suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Cáceres para as devidas providências.
A ação faz parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, e contou com o Canil do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Força Tática, 6º Comando Regional de Cáceres, 12° Comando Regional de Pontes e Lacerda, Polícia Federal e alunos do 24° Curso de Operações de Inteligência/PMGO.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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