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Conheça os vencedores das principais categorias da 3ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross

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O belga Jeremy Van Horebeek foi o vencedor da categoria MX1na 3ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, que movimentou o Parque Novo Mato Grosso no fim de semana (24 e 25.5). Depois dele, receberam a bandeirada de chegada o francês Stephen Rubini e o brasileiro Fábio Aparecido dos Santos, o Fabinho.

A MX1 é a categoria principal do esporte teve sua prova decisiva na tarde deste domingo (25.5), junto com as baterias finais das modalidades MX2 e MXJúnior, também muito aguardadas pelo Público.

O governador Mauro Mendes entregou o troféu para o primeiro colocado e antes de começar a solenidade, disse que novos eventos deste porte serão realizados em Mato Grosso e que, no próximo de motocross, os visitantes e pilotos encontrarão o parque com as obras avançadas e muitos atrativos disponíveis.

“O nosso grande desafio para o esporte do motocross agora é trazer para o ano que vem o mundial de motocross. Vamos trabalhar para isso e tenho a certeza que os que trabalharam, competiram e assistiram este campeonato estarão aqui novamente e poderão ver o parque totalmente diferente e quase pronto”, afirmou Mendes. A previsão para o mundial é fevereiro de 2026.

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Construído pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações e Projetos (MT), o parque terá além da pista de motocross, que foi inaugurada nesse evento, pistas de skate, kart, automobilismo e bicicross. Além disso, vai abrigar outros aparelhos para convivência, negócios, congressos e atrações culturais.

“Eu fiquei muito contente com o que o vi. Achei que toda estrutura é muito boa também na área de entorno, onde estão as equipes e as pessoas que vieram ver o campeonato. Espero poder retornar em outras competições”, declarou o piloto vencedor Jeremy Van Horebeek.

Jeremy não era esperado com o vencedor. As previsões estavam entre o francês Stephen Rubini e o brasileiro Fabinho. E, nesta disputa, a torcida nem fazia questão de ser discreta ou imparcial. Cada vez que Fabinho passava perto das arquibancadas, as pessoas gritavam e usavam equipamento sonoros que simulam o escapamento de motocicletas.

“Eu quero agradecer ao público que ficou torcendo por mim. Seria muito bom que tivesse aqui o mundial. Talvez, para recebê-lo, fosse necessário fazer pequenos ajustes na pista. Mas, o ambiente, a estrutura e o público são ótimos”, afirmou Fabinho.

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Durante os três dias de evento, mais de 30 mil pessoas passaram pelo evento, que tem patrocínio da Secretaria de Estado de Esportes e Lazer (Secel).

Confira o nome dos vencedores da 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross

Categoria: MX1

  • Jeremy Van Horebeek
  • Stephen Rubini
  • Fabio Aparecido dos Santos
  • Gregory Aranda
  • Gustavo Pessoa

Categoria: MX2

  • Benjamin Garib
  • Bernado Tiburcio
  • German Bratschi
  • Vitor Borba
  • Pietro Piroli

Categoria: MXJR

  • Francesco Copetti
  • Heitor Matos
  • Heverton Silveira
  • Enzo Fialho
  • Zion Berchtold

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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