Agronegócio

Retrospectiva 2025: um sucesso mundial com 12 mil acessos em 51 países

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A edição de dezembro da Revista Pensar Agro já está disponível, trazendo uma retrospectiva dos principais acontecimentos de 2025 — um ano épico: geopolítica agitada, tarifas desafiadoras, inflação pressionando e tensões sanitárias testando limites.

Mas o agro brasileiro, resiliente como nunca, provou mais uma vez que somos potência imbatível, com musculatura política e técnica para negociar, diversificar mercados e liderar a sustentabilidade global.

Entre sustos e vitórias estrondosas, o campo brasileiro demonstrou força operacional inigualável e astúcia política para virar o jogo. Reverteu ameaças, abriu portas para debates transformadores em regras ambientais e fiscais, e pavimentou o futuro com inovação e garra. É o Brasil que o mundo inveja: líder em produção, exportações e visão estratégica!

E nessa esteira, o sucesso editorial da Revista Pensar Agro reflete essa grandeza – chegamos ao fim de 2025 com números que honram a força do agronegócio brasileiro: presença em 51 países e quase 12 mil acessos, consolidando-nos como referência global no jornalismo agro.

Outro destaque da edição é o lançamento da coluna Conexão França-Brasil, comandada por Cristiane de Paula, presidente da Comissão Imobiliária da Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB) e sócia da Estate Brazil. A agência franco-brasileira une expertise jurídica e imobiliária para conectar investidores e empreendedores a oportunidades nos mercados nacional e internacional.

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Os colunistas da revista complementam o conteúdo com análises críticas sobre desafios e oportunidades na cadeia agro, ajudando a decifrar os rumos de um setor em transformação constante.

Você lê a versão em português clicando aqui.

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Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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