Agronegócio

Futuros do milho seguem negativos nesta sexta-feira

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Nesta sexta-feira (14), os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 13h07 (horário de Brasília), as principais cotações do produto variam entre R$ 87,58 e R$ 96,00.

O vencimento novembro/22 era cotado à R$ 87,58 com queda de 0,23%, o janeiro/23 valia R$ 93,15 com perda de 0,16%, o março/23 era negociado por R$ 96,00 com baixa de 0,29% e o maio/23 tinha valor de R$ 94,75 com estabilidade.

No mercado internacional, os recuos também permaneceram presentes, com os preços registrando baixas na Bolsa de Chicago (CBOT) por volta das 13h02. 

O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,93 com perda de 4,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,99 com desvalorização de 5,25 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 7,00 com baixa de 5,00 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,94 com queda de 4,50 pontos.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Exportações de carne de frango avançam, enquanto suínos perdem força

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A carne de frango puxou o desempenho das exportações brasileiras de proteínas animais na primeira quinzena de junho, com crescimento das receitas, do volume embarcado e dos preços médios. Na contramão, a carne suína registrou recuo no faturamento e nas cotações, enquanto o pescado avançou em valor exportado, mesmo com leve redução nos embarques.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a receita média diária das exportações de carne de frango chegou a R$ 251,3 milhões, alta de 78,9% em relação ao mesmo período de junho do ano passado. O faturamento acumulado na parcial do mês alcançou R$ 2,26 bilhões.

Os embarques de carne de aves somaram 226,98 mil toneladas até a segunda semana de junho. A média diária de 25,22 mil toneladas representa avanço de 61,2% sobre igual período de 2025. O desempenho foi acompanhado pela valorização dos preços internacionais, que subiram 10,9%.

Já a carne suína apresentou perda de ritmo. A receita média diária ficou em R$ 75,4 milhões, abaixo dos R$ 80,1 milhões registrados um ano antes. O faturamento acumulado chegou a R$ 679,5 milhões.

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Os embarques de carne suína totalizaram 54,71 mil toneladas, praticamente estáveis em relação ao mesmo período do ano passado. O principal fator para a retração das receitas foi a queda de 5,4% nos preços médios do produto no mercado internacional.

No segmento de pescado, a receita média diária avançou para R$ 1,12 milhão, levando o faturamento acumulado da primeira quinzena de junho a R$ 10,1 milhões. Embora os volumes exportados tenham recuado 1,1%, a valorização de 6,4% no preço médio garantiu resultado positivo para o setor.

Os números da Secex indicam que a demanda internacional segue sustentando as exportações brasileiras de proteínas animais, especialmente no segmento de carne de frango, que reúne aumento dos embarques e preços mais elevados. Já a carne suína enfrenta um cenário mais pressionado, enquanto o pescado mantém ganhos apoiados pela valorização do produto.

Fonte: Pensar Agro

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