Agronegócio

Deputado Dilmar Dal’Bosco prestigia Festa do Agricultor de Carlinda

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O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco, coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso (FPA de Mato Grosso) participou nesta sexta-feira (28.07) da 17º Edição da Festa do Agricultor de Carlinda (760 km de Cuiabá).

Um evento já tradicional no município, organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, que contou com a presença de cerca de 4 mil pessoas, incluindo moradores locais, visitantes e autoridades de municípios vizinhos.

A festa tem como objetivo fortalecer e dar visibilidade à Agricultura Familiar, setor que representa o carro-chefe da economia do município.

Além disso, a celebração é uma oportunidade de confraternização e troca de experiências entre as famílias de Carlinda.

O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco disse ter ficado honrado em participar da festa e ressaltou a importância de valorizar e homenagear os Agricultores e Agricultoras da Agricultura Familiar.

Para ele, a Festa do Agricultor é uma ocasião especial para estreitar laços e consolidar tradições.

“Valorização e reconhecer a importância de nossos agricultores é muito importante e isso me traz com muita satisfação aqui a Carlinda neste dia de hoje. Essa festa, além de ser uma confraternização é uma excelente oportunidade de troca de experiências, de informações, de aprofundamentos de conhecimentos e tudo enrique o Agronegócio mato-grossense”, destacou o coordenador da FPA Mato Grosso.

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O evento contou com uma atração nacional, a dupla Breno Reis e Marcos Viola, além de apresentações de artistas locais, como Polyana Marques, e artistas regionais. A 17º Edição da Festa do Agricultor em Carlinda demonstrou-se como um momento de celebração e valorização dos agricultores familiares, fortalecendo a identidade local e proporcionando momentos de alegria e confraternização para toda a comunidade.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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