Agronegócio

Cotações estão em queda no mercado de suínos nesta segunda-feira (31)

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Encerrado nesta segunda-feira (31), o mercado de suínos termina o mês de outubro com cotações em queda. Conforme o Cepea, a média de negociação do suíno vivo nesta parcial de outubro segue inferior à registrada em setembro. 

Segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF, em São Paulo, recuou entre 4,26%/3,45%, fechando a R$ 135,00/R$ 140,00. Enquanto isso, o preço da carcaça especial permaneceu estável, custando entre R$ 10,00/R$ 10,50 o quilo.

Já para o animal vivo, referente a sexta-feira (28), o preço seguiu estável apenas em Santa Catarina, onde está cotado a  R$ 6,65/kg. Além disso, foi apenas no Paraná, que o preço registrou alta, com aumento de 0,43%, chegando a R$ 6,95/k. 

Em Minas Gerais houve queda de 0,80%, em São Paulo a cotação caiu 0,53% e no Rio Grande do Sul os preços registraram baixa de 0,44%. Nesses locais, o animal vivo ficou cotado a R$ 7,44/kg, R$ 7,55/kg e R$ 6,76/kg, respectivamente. 

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Pesquisadores alertam: EL Niño vem turbinado e vai afetar calendário agrícola no Brasil

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Pesquisadores e centros meteorológicos internacionais identificaram sinais de que o El Niño de 2026 pode entrar para o grupo dos mais intensos das últimas décadas e permanecer ativo até o início de 2027. O fenômeno, potencializado pelo aquecimento global, tende a alterar o calendário agrícola brasileiro, com risco de atraso no plantio da soja no Centro-Oeste e no Matopiba e excesso de chuvas no Sul, principal região produtora de trigo do País.

As projeções divulgadas entre maio e junho consolidaram a expectativa de um evento persistente. Em algumas áreas próximas à costa da América do Sul, o aquecimento da superfície do oceano chegou a ficar entre 2°C e 3°C acima da média, enquanto a região central do Pacífico registrava anomalias em torno de 0,7°C.

Diferentemente dos grandes eventos de 1982-83, 1997-98 e 2015-16, o El Niño de 2026 se desenvolve em um cenário de aquecimento mais generalizado dos oceanos. Com menos contraste entre águas quentes e frias, os pesquisadores passaram a utilizar novos indicadores para medir a intensidade do fenômeno. Por esse critério, o episódio atual já apresenta características semelhantes às observadas em alguns dos eventos mais severos do registro histórico.

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No Brasil, os efeitos costumam variar entre as regiões. No Sul, a combinação entre o El Niño e outros padrões atmosféricos pode favorecer volumes de chuva acima da média durante a primavera e o verão. Para culturas de inverno, como o trigo, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo tende a ser mais importante que o volume acumulado, já que excesso de umidade durante a fase reprodutiva e na colheita pode afetar a qualidade dos grãos.

No Centro-Oeste e no Matopiba, o comportamento tradicional do fenômeno é diferente. As chuvas costumam se tornar mais irregulares no início da primavera, período que marca a abertura do plantio da soja. Eventuais atrasos na semeadura podem reduzir a janela ideal para o milho de segunda safra em 2027, responsável por cerca de 80% da produção brasileira do cereal.

O País entra nesse cenário após uma safra recorde. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção de 358,6 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, além de uma colheita de 66,7 milhões de sacas de café e mais de 700 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

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Segundo os especialistas, os impactos do fenômeno tendem a ser mais regionais do que nacionais. Enquanto parte das áreas produtoras pode registrar condições favoráveis, regiões dependentes da regularidade das chuvas, como Centro-Oeste e Matopiba, e áreas mais suscetíveis ao excesso de precipitações, como o Sul, devem concentrar maior atenção ao comportamento do clima ao longo da safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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