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Crise no PL: Samantha pede diálogo antes de expulsão de prefeitos

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A candidata a deputada estadual e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris (PL), criticou a decisão do presidente estadual do partido, Ananias Filho, de abrir procedimentos que podem resultar na expulsão de prefeitos da legenda que declararam apoio à candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição.

Para Samantha, a estratégia adotada pela direção estadual do PL pode ampliar o desgaste interno em vez de resolver a divergência. Em entrevista ao MidiaNews, ela defendeu que o presidente da sigla converse individualmente com os prefeitos antes de tomar qualquer medida.

“Entendo que ele precisa ter o posicionamento dele enquanto presidente da sigla, mas acho que ele precisava reavaliar isso e conversar, de fato, com cada um daqueles que ele tem essa pretensão de tirar do partido”, afirmou.

Na avaliação da vereadora, uma postura mais conciliadora poderia evitar o afastamento de outras lideranças. “Para poder, de fato, aproximá-los de maneira amigável, porque dessa forma ele vai acabar afastando mais pessoas. Então, é importante ter uma conversa e entender que não é desse jeito que ele vai resolver a questão do apoio”, completou.

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Ananias Filho afirmou que instaurou procedimentos envolvendo os prefeitos Flávia Moretti, de Várzea Grande, Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste. Os três declararam apoio a Pivetta.

Outro prefeito, Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis, optou por pedir a desfiliação do PL.

A crise ocorre em meio à resistência de parte das lideranças do partido à candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. A direção estadual da legenda defende a candidatura própria, enquanto prefeitos e outros integrantes já manifestaram preferência por Pivetta.

Defesa da unidade

Apesar das divergências, Samantha afirmou que espera uma recomposição dentro do partido e defendeu que o PL mantenha a união durante o processo eleitoral.

“Eu espero que possamos nos resolver, a gente tem muito a ganhar como uma unidade, como um partido”, declarou.

Para a vereadora, a aliança com o MDB também esteve entre os principais pontos de tensão dentro da legenda. Ainda assim, ela avalia que os integrantes do PL mantêm objetivos comuns em outras pautas.

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“Eu acho que o PL tem a sua ideia em conjunto na grande maioria das decisões. Eu acho que só essa questão do MDB que pegou um pouco”, disse.

Samantha também destacou que, apesar das disputas internas em Mato Grosso, a legenda mantém como uma de suas prioridades nacionais a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

“Quem está no PL sabe que a gente tem um objetivo, que é eleger o Flávio Bolsonaro como presidente e cuidar do Brasil”, afirmou.

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Feldner recebe apoio de Flaviane e diz que postura da candidata a inspirou

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A candidata a deputada estadual Flaviane Ramalho (Novo) manifestou apoio público à ex-delegada Ana Cristina Feldner após a ex-suplente do grupo que disputa o Senado pelo MDB em Mato Grosso, a depuada estadual, Janaina Riva,  criticar a forma como foi retirada da composição da chapa e sugerir que sofreu violência politica de gênero.

Feldner afirmou nas redes sociais que se sentiu “usada, enganada e desrespeitada” após deixar a primeira suplência. A declaração repercutiu entre apoiadores e integrantes do meio político e abriu mais um capítulo na disputa eleitoral deste ano.

Flaviane comentou a publicação e elogiou a decisão de Feldner de tornar públicas suas críticas. Segundo a candidata do Novo, a discussão sobre os bastidores das articulações políticas deveria chegar ao conhecimento dos eleitores.

“Parabéns, doutora, pela coragem de se posicionar”, escreveu Flaviane. Na sequência, afirmou que, na avaliação dela, é necessário discutir publicamente as relações de poder que influenciam as decisões políticas.

 

A manifestação ganhou uma resposta direta de Feldner. A ex-delegada agradeceu o apoio e afirmou que a postura de Flaviane também a teria motivado a se posicionar publicamente.

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“Você foi a primeira pessoa que vi tendo a coragem de trazer publicamente fatos e questionamentos sobre essa candidata”, escreveu Feldner, referindo-se a Flaviane.

 

 

A ex-delegada também afirmou ter ficado surpresa com a mobilização de apoiadores e pessoas ligadas à estrutura política da candidata ao Senado após sua saída da composição. Para Feldner, o episódio revelou uma disputa política de maiores proporções.

 

Flaviane voltou a responder e afirmou que entrou na política com a intenção de questionar estruturas tradicionais de poder. A candidata disse ainda que pretende manter uma postura independente durante a campanha.

“Eu não entrei na política para agradar ninguém, nem para ter o rabo preso com quem quer que seja”, afirmou.

A troca de manifestações ocorre em meio às mudanças na composição da chapa de Janaína Riva (MDB) ao Senado. Feldner havia sido anunciada como primeira suplente, mas posteriormente foi substituída por Aluizo Lima.

O episódio acrescenta um novo componente à disputa eleitoral em Mato Grosso, com candidatas de campos políticos diferentes tornando públicas suas posições sobre alianças, composição de chapas e relações de poder.

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As declarações de Feldner e Flaviane representam posicionamentos políticos das duas candidatas e não comprovam, por si só, irregularidades nas articulações mencionadas.

O caso

ado.

 

 

 

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