Política MT

Fagundes abre vantagem sobre Pivetta e Natasha em nova pesquisa para o Governo de MT

Publicado em

O senador Wellington Fagundes (PL) aparece na liderança da corrida pelo Governo de Mato Grosso, segundo pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data. Na modalidade estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Fagundes registra 34% das intenções de voto, seguido pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 27%.

A médica Natasha Slhessarenko (PSD) ocupa a terceira colocação, com 16%. Na sequência aparece Rafaell Milas (Missão), com 4%.

Sargento Laudicério (Agir) e Maurício Coelho (Mobiliza) registram 1% cada. Outros 10% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 11% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa espontânea, em que os eleitores precisam indicar o nome de sua preferência sem receber uma lista de candidatos, Wellington Fagundes também aparece na primeira posição, com 16%. Pivetta é citado por 13%, enquanto o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) soma 2%.

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) aparece com 1%, empatada com Natasha Slhessarenko, que também registra 1%. Outros nomes foram mencionados por 3% dos entrevistados. O levantamento aponta ainda 18% de votos brancos ou nulos e um índice de 46% de eleitores que não souberam ou não responderam.

Leia Também:  Dr. João solicita instalação Delegacia de Defesa da Mulher em Santo Antônio de Leverger

Rejeição

O cenário muda quando os entrevistados são questionados sobre em quem não votariam de maneira alguma. Otaviano Pivetta apresenta o maior índice de rejeição, citado por 38% dos participantes.

Natasha Slhessarenko aparece em seguida, com 34%, enquanto Wellington Fagundes registra 31%. Rafaell Milas soma 23%, seguido por Sargento Laudicério, com 20%, e Maurício Coelho, com 19%.

Apenas 2% afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos apresentados, enquanto outros 2% não souberam ou não responderam.

Fagundes vence nos dois cenários de segundo turno

Nos confrontos simulados para um eventual segundo turno, Wellington Fagundes também aparece à frente dos adversários testados pelo instituto.

Em uma disputa contra Otaviano Pivetta, o senador registra 45% das intenções de voto, contra 33% do governador. Brancos e nulos representam 11%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam.

Contra Natasha Slhessarenko, Fagundes amplia a vantagem e chega a 53%, enquanto a candidata do PSD aparece com 27%. Brancos e nulos somam 10%, e outros 10% não souberam ou não responderam.

Leia Também:  ALMT debate importância da privacidade de dados na Administração Pública

Já em um eventual confronto entre Natasha e Pivetta, o governador venceria com 45% das intenções de voto, contra 31% da médica. Nesse cenário, 13% disseram que votariam em branco ou nulo e 11% não souberam ou não responderam.

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores de Mato Grosso entre os dias 29 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-07156/2026.

Advertisement

Política MT

Medeiros nega indireta a Wellington e diz que “melancias” mudam de postura em Brasília

Published

on

 

O deputado federal José Medeiros (PL), candidato ao Senado, afirmou que a propaganda em que aparece cortando uma melancia não foi produzida como uma provocação ao candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL). Segundo ele, a mensagem é direcionada a políticos que fazem campanha se apresentando como integrantes da direita, mas adotam outra postura depois de eleitos.

No vídeo, Medeiros usa a imagem da fruta para criticar os chamados políticos “melancia”, expressão utilizada no discurso político para definir quem seria “verde por fora e vermelho por dentro”. A referência associa a aparência de direita a uma suposta atuação alinhada à esquerda.

Durante entrevista concedida nesta quinta-feira (3) aos portais FatoAgora, Estadão e Muvuca Popular, Medeiros foi questionado se a propaganda seria uma indireta para Wellington Fagundes. O deputado negou e explicou que seu comentário se refere especificamente à disputa pelo Senado.

“Foi para a disputa para o Senado. Eu falei bem no vídeo: ‘olha, o sujeito sai daqui e vai para Brasília’. Ele [Wellington] vai para o Palácio Paiaguás, não é para Brasília”, afirmou.

Leia Também:  Comissão da ALMT debate fortalecimento da piscicultura e aprova seis projetos de lei

Medeiros disse que sua crítica está relacionada ao comportamento de candidatos que, segundo ele, adotam um discurso mais conservador durante a campanha e mudam de posição após assumirem uma cadeira no Congresso Nacional.

“Foi para os candidatos que vão para Brasília e chegam lá. Aqui eles são ‘tigrão’, tentam contar uma coisa para o eleitor e chegam lá, ficam ‘tchutchuquinhos’ do Alexandre de Moraes”, declarou.

O deputado também questionou políticos de Mato Grosso que, na avaliação dele, apresentam um discurso de centro ou direita durante a campanha, mas posteriormente apoiam medidas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Medeiros cita Carlos Fávaro

Ao explicar quem estaria entre os alvos da crítica, Medeiros citou o senador Carlos Fávaro (PSD), que disputa a reeleição. Para o deputado, Fávaro teria utilizado uma identidade política mais associada à direita durante a campanha de 2020 e, atualmente, adotaria uma estratégia para não deixar evidente seu posicionamento.

“Fávaro fez campanha totalmente verde e amarela em 2020, agora o ônibus dele é verde, amarelo, azul e branco. Qual que é isso? É tentar esconder o lado vermelho dele, ou seja, o lado vermelho está dentro”, afirmou.

Leia Também:  Dr. João solicita instalação Delegacia de Defesa da Mulher em Santo Antônio de Leverger

Medeiros acrescentou que, além de Fávaro, outros candidatos ao Senado também estariam tentando suavizar ou esconder suas posições políticas durante a corrida eleitoral.

A expressão “melancia” ganhou espaço no debate político como uma forma de acusar determinado candidato de manter um discurso identificado com a direita, mas adotar posições consideradas de esquerda após conquistar o mandato.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA