Política MT

Contratos temporários colocam professores em situação de insegurança, denuncia Professora Mazé

Publicado em

Professora e candidata a deputada estadual pelo PL, Mazé Arruda defende mudanças nas condições de contratação dos profissionais da educação e afirma que a precarização dos vínculos é um dos problemas que precisam ser enfrentados para garantir a valorização da categoria.

Segundo Mazé, professores contratados convivem com uma realidade de instabilidade que interfere não apenas na vida profissional, mas também na continuidade do trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas. Para ela, a educação precisa de uma política que valorize o professor e ofereça condições mais seguras para o exercício da profissão.

A candidata também aponta a demora na realização de concursos públicos como um fator que contribui para a ampliação dos contratos temporários. Na avaliação dela, a contratação recorrente de profissionais sem a garantia de estabilidade pode dificultar a construção de uma carreira sólida dentro da rede pública.

“Precisamos discutir a valorização do professor desde a entrada na rede até a construção de uma carreira. Não podemos tratar quem está todos os dias dentro da sala de aula como um profissional de segunda categoria”, defende Mazé.

Leia Também:  Wilson Santos reforça compromisso com a inclusão de comunidade surda em Mato Grosso

Com quase 30 anos de atuação na educação, a professora afirma conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da rede pública. Entre as pautas que pretende defender estão a realização periódica de concursos, valorização salarial, respeito aos direitos da categoria e melhores condições de trabalho.

Para Mazé, fortalecer o quadro efetivo também significa investir diretamente na qualidade do ensino.

“A educação não se faz apenas com metas e números. Se queremos melhorar a aprendizagem dos nossos estudantes, precisamos cuidar de quem está na escola todos os dias: o professor”, afirma.

A proposta integra uma agenda de defesa da educação que vem sendo apresentada pela candidata durante sua pré-campanha, com foco na valorização dos profissionais, melhoria das condições de trabalho e fortalecimento da escola pública.

Advertisement

Política MT

Medeiros nega indireta a Wellington e diz que “melancias” mudam de postura em Brasília

Published

on

 

O deputado federal José Medeiros (PL), candidato ao Senado, afirmou que a propaganda em que aparece cortando uma melancia não foi produzida como uma provocação ao candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL). Segundo ele, a mensagem é direcionada a políticos que fazem campanha se apresentando como integrantes da direita, mas adotam outra postura depois de eleitos.

No vídeo, Medeiros usa a imagem da fruta para criticar os chamados políticos “melancia”, expressão utilizada no discurso político para definir quem seria “verde por fora e vermelho por dentro”. A referência associa a aparência de direita a uma suposta atuação alinhada à esquerda.

Durante entrevista concedida nesta quinta-feira (3) aos portais FatoAgora, Estadão e Muvuca Popular, Medeiros foi questionado se a propaganda seria uma indireta para Wellington Fagundes. O deputado negou e explicou que seu comentário se refere especificamente à disputa pelo Senado.

“Foi para a disputa para o Senado. Eu falei bem no vídeo: ‘olha, o sujeito sai daqui e vai para Brasília’. Ele [Wellington] vai para o Palácio Paiaguás, não é para Brasília”, afirmou.

Leia Também:  Wilson Santos destina R$ 3 milhões para fortalecer o ensino e elevar Ideb em escolas de MT

Medeiros disse que sua crítica está relacionada ao comportamento de candidatos que, segundo ele, adotam um discurso mais conservador durante a campanha e mudam de posição após assumirem uma cadeira no Congresso Nacional.

“Foi para os candidatos que vão para Brasília e chegam lá. Aqui eles são ‘tigrão’, tentam contar uma coisa para o eleitor e chegam lá, ficam ‘tchutchuquinhos’ do Alexandre de Moraes”, declarou.

O deputado também questionou políticos de Mato Grosso que, na avaliação dele, apresentam um discurso de centro ou direita durante a campanha, mas posteriormente apoiam medidas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Medeiros cita Carlos Fávaro

Ao explicar quem estaria entre os alvos da crítica, Medeiros citou o senador Carlos Fávaro (PSD), que disputa a reeleição. Para o deputado, Fávaro teria utilizado uma identidade política mais associada à direita durante a campanha de 2020 e, atualmente, adotaria uma estratégia para não deixar evidente seu posicionamento.

“Fávaro fez campanha totalmente verde e amarela em 2020, agora o ônibus dele é verde, amarelo, azul e branco. Qual que é isso? É tentar esconder o lado vermelho dele, ou seja, o lado vermelho está dentro”, afirmou.

Leia Também:  Wilson Santos reforça o compromisso com a inclusão no Dia Nacional da Língua de Sinais

Medeiros acrescentou que, além de Fávaro, outros candidatos ao Senado também estariam tentando suavizar ou esconder suas posições políticas durante a corrida eleitoral.

A expressão “melancia” ganhou espaço no debate político como uma forma de acusar determinado candidato de manter um discurso identificado com a direita, mas adotar posições consideradas de esquerda após conquistar o mandato.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA