O governador Otaviano Pivetta recebeu, nesta quarta-feira (28.4), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o tenista mato-grossense Leonardo Storck, de 17 anos. O atleta vai disputar uma série de torneios na Europa, entre eles o juvenil de Roland Garros, com apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), com custeio de passagens.
Durante a reunião, o governador destacou o incentivo do Estado ao esporte e o apoio aos atletas de alto rendimento.
“Você é motivo de orgulho para Mato Grosso. Deus te abençoe, que siga sendo o melhor nesse esporte que escolheu. É uma grande responsabilidade, e é um orgulho fazer parte disso. Você é um exemplo para muitos”, afirmou Otaviano Pivetta.
O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, explicou que o atleta terá as passagens aéreas custeadas pelo Governo para participar das competições internacionais.
“O apoio permite que atletas como o Leonardo sigam competindo em alto nível e representando o Estado. Acompanhamos desde o início a história dele, sabemos do esforço, e é um privilégio poder contribuir com isso”, pontuou.
Leonardo Storck falou sobre a sequência de competições na Europa.
“Estou indo para a Europa nesta quinta-feira. Primeiro jogo na Alemanha, depois tenho mais dois torneios na Itália. Ainda tem uma terceira semana que pode ter competição na Bélgica ou treino. Depois sigo para Roland Garros. Esse apoio do Estado faz muita diferença e eu sou grato por isso”, disse.
No último dia 19 de abril, Leonardo conquistou o título da chave masculina do Roland Garros Junior Series, em São Paulo, após vencer o colombiano Juan Miguel Bolívar por 2 sets a 1, garantindo vaga no torneio juvenil de Roland Garros, em Paris, no fim de maio.
O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, também participou da reunião.
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
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