Os investimentos do Governo de Mato Grosso em Nova Bandeirantes (a 980 km de Cuiabá) somaram R$ 445,8 milhões nos últimos sete anos. Os recursos foram aplicados em infraestrutura, saúde, educação e assistência social, garantindo melhorias diretas para a população da região Norte.
O principal destaque é a construção da ponte sobre o Rio Juruena, com 1.360 metros de extensão. A obra, que está em andamento, recebe R$ 269,6 milhões e vai substituir o uso de balsas, conectando o município de forma definitiva.
O Estado também investiu em outras obras para melhorar a infraestrutura e logística, como R$ 70,5 milhões no asfalto novo da MT-208 e R$ 22,9 milhões em pontes de concreto nas rodovias MT-417 e MT-208.
Na saúde, o Governo destinou R$ 6,1 milhões para a construção do Hospital Municipal de Nova Bandeirantes, reduzindo a necessidade de deslocamentos longos para atendimento. Também foram repassados R$ 300 mil para a compra de novas ambulâncias.
A educação no município também foi reforçada com a entrega de 14 ônibus escolares e 750 chromebooks. Os equipamentos ajudaram a modernizar o ensino e a melhorar a qualidade da educação pública. Além disso, a Escola Estadual Cerejeiras recebeu uma nova quadra poliesportiva, um investimento de mais de R$ 1 milhão.
Outra área que recebeu atenção do Governo de Mato Grosso foi o social. Por meio do programa SER Família, o Governo garantiu a entrega de 6.700 cestas básicas e cerca de 1.500 cobertores a famílias vulneráveis. O município também recebeu R$ 867,6 mil para a construção do Centro de Convivência do Idoso, oferecendo um espaço adequado para o lazer e acolhimento da terceira idade.
Nesta quinta-feira (26.3), o município recebe novos investimentos do Governo do Estado.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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