Mato Grosso

Conselho de Turismo aprova festival que pretende colocar Cuiabá no Guinness com a maior peixada do mundo

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O Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo (Cedtur) aprovou, nesta sexta-feira (27.2), quatro projetos estratégicos para fortalecer o turismo em Mato Grosso. O destaque ficou para o 2º Festival Gastronômico do Peixe, que quer entrar para o Guinness Book com a maior peixada do mundo.

O festival será realizado de 23 a 26 de abril, no Museu do Rio Cuiabá e Orla do Porto, das 17h à meia-noite. A proposta vai além da comida: é reconectar a capital ao Rio Cuiabá, usando a gastronomia como ponte entre cultura, turismo, sustentabilidade e identidade regional.

A ideia é valorizar o peixe produzido pela piscicultura de Mato Grosso, movimentar restaurantes e chefs locais, além de fortalecer o turismo interno. O evento será dividido em quatro eixos: gastronomia, artes e cultura, convivência familiar e ações de sustentabilidade e educação ambiental.

Segundo o secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, Fernando Medeiros, a expectativa é superar o público da Feira do Japão, realizada no ano passado no mesmo espaço, que recebeu 64 mil pessoas em quatro dias.

“Nós queremos dar um passo além com uma estrutura maior e com repercussão nacional. Estar no Guinness Book, com a maior peixada do mundo, vai chamar a atenção do Brasil inteiro. Cuiabá já mostrou que tem força para grandes eventos e esse será mais um marco”, afirmou.

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Outros projetos

Outro projeto aprovado foi o Festival de Pesca Esportiva Urbana do Rio Cuiabá, marcado para 24 a 26 de abril. A proposta é incentivar o pesque e solte, promover educação ambiental e estimular o uso qualificado da Orla do Porto. A ação quer fortalecer a relação da cidade com o rio, apostando na pesca esportiva sustentável como atrativo turístico e ferramenta de conscientização.

O Cedtur também aprovou a contratação da Embratur para promover internacionalmente o Safári no Pantanal de Mato Grosso. O pacote prevê estudo de mercado, produção de conteúdo para divulgação no exterior e a realização de um famtour com operadores internacionais, numa estratégia voltada à ampliação da presença do destino no mercado global.

Por fim, foi validado ainda um projeto de melhoria estrutural no Pantanal, com foco na qualificação da experiência turística em áreas de grande fluxo, especialmente em Porto Jofre.

A secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Letícia Arruda, destacou que os projetos aprovados refletem uma estratégia integrada de fortalecimento do setor, combinando eventos de grande visibilidade, promoção internacional e qualificação da infraestrutura turística.

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“Estamos consolidando uma política pública de turismo que vai além de ações pontuais. São iniciativas que geram fluxo, movimentam a economia, valorizam a nossa identidade e deixam legado. O Festival do Peixe tem potencial de projeção nacional, enquanto a promoção do safári no Pantanal amplia nossa presença no mercado internacional. O Cedtur cumpre seu papel ao apoiar projetos estruturantes que posicionam Mato Grosso como destino competitivo e sustentável”, afirmou.

O Conselho

O Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo (Cedtur) tem o objetivo de propor ações e oferecer subsídios para a formulação da política de desenvolvimento turístico do Estado, seguindo a orientação das políticas governamentais. É composto por representantes dos setores público e privado, vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e presidido pelo secretário deste órgão.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Governador determina reabertura do cadastramento de pescadores para receber auxílio do Repesca e aumenta prazo para 5 anos

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O governador Otaviano Pivetta determinou, nesta sexta-feira (22.5), a reabertura do cadastro do Repesca, programa do Governo de Mato Grosso que garante auxílio financeiro a pescadores profissionais afetados pelas regras da Lei do Transporte Zero. A medida será estendida por mais cinco anos.

A decisão foi anunciada durante reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), quando também foi criada uma comissão formada por sete parlamentares estaduais e representantes do Governo do Estado, para rediscutir a lei e construir uma proposta de solução para o setor.

“Tenho respeito pelo povo de Mato Grosso e pelos pescadores. Nós não queremos destruir o que foi feito para proteger os rios, mas também não vamos deixar famílias sendo prejudicadas. Precisamos encontrar equilíbrio e uma solução justa para todos”, afirmou o governador.

Segundo o governador, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) vai reabrir o sistema do Repesca, após aditamento da lei, e ampliar o atendimento nos municípios, incluindo ações junto aos CRAS para facilitar o acesso dos pescadores que ainda não fizeram o cadastro.

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O Repesca garante pagamento de auxílio financeiro equivalente a um salário mínimo aos pescadores profissionais habilitados, conforme critérios estabelecidos em lei.

“Quem ainda não conseguiu se cadastrar vai ter uma nova oportunidade. Vamos até essas pessoas, junto com os CRAS dos municípios, para garantir que ninguém fique de fora”, disse Otaviano Pivetta.

O governador destacou que apenas 2.172 pescadores aderiram ao programa até o momento, número considerado baixo diante da demanda estimada no setor.

O deputado Wilson Santos destacou a postura do governador Otaviano Pivetta durante a reunião na Assembleia Legislativa e afirmou que o gesto de ouvir diretamente as demandas dos pescadores reforça o diálogo com a categoria.

“O senhor saiu do seu gabinete, sentou e ouviu as demandas. Isso é algo importante, inédito nesse processo. Em 15 dias vamos apresentar uma proposta. Democracia é isso, é conviver com o contraponto. Para ganhar, ninguém precisa perder. Tenho convicção que o Estado vai olhar com atenção para os pescadores profissionais e buscar uma solução equilibrada para essa categoria”, disse.

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Transporte Zero

A Lei nº 12.197/2023, conhecida como Transporte Zero, foi criada para combater a pesca predatória e preservar os rios de Mato Grosso.

A norma proíbe, por cinco anos a partir de 1º de janeiro de 2024, o transporte, comércio e armazenamento de peixes dos rios do Estado.

Como forma de compensação, pescadores profissionais cadastrados no Repesca e no RGP têm direito a um auxílio de um salário mínimo mensal, desde que comprovem atividade na pesca como principal fonte de renda antes da entrada em vigor da lei.

A lei também prevê ações de qualificação profissional e incentivo a atividades como turismo e aquicultura.

Fonte: Governo MT – MT

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