Mato Grosso

Bombeiros resgatam arara-canindé que era mantida em cativeiro

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, nesta terça-feira (14.10), uma arara-canindé que estava sendo mantida em cativeiro em uma residência localizada no bairro 13 de maio, em Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá).

A equipe do 4º Núcleo Bombeiro Militar (4ºNBM) foi acionada pela Polícia Judiciária Civil (PJC) após receber uma denúncia sobre maus-tratos a uma ave silvestre. Segundo informações repassadas pelas autoridades, testemunhas relataram que o responsável pela ave estava cortando suas asas para impedir que ela voasse.

Os bombeiros acompanharam a PJC até o endereço informado, onde foi confirmada a presença da ave, porém não havia ninguém na casa. A captura foi realizada de forma manual pelos bombeiros, com os devidos cuidados, garantindo a integridade física do animal que estava solto na lavanderia da residência.

Após o resgate, a arara foi encaminhada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), onde passou por avaliação veterinária e pelos procedimentos legais cabíveis para a reabilitação e possível devolução à natureza.

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O caso segue sob investigação da Polícia Judiciária Civil, que deverá apurar a responsabilidade do morador pela prática de manter animal silvestre em cativeiro e possíveis maus-tratos, conforme previsto na legislação ambiental vigente.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193 solicitando auxílio e, em nenhuma hipótese, deve tentar capturar o animal de forma indevida.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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