FORÇA DAS FAMÍLIAS DO CAMPO

Deputado Estadual Dilmar Dal Bosco aposta no protagonismo da agricultura familiar que abre novas oportunidades em Mato Grosso

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Quem convive o ritmo do agronegócio em Mato Grosso já percebeu que o segredo de tanta fartura não está só nas grandes fazendas, mas também no talento de quem faz a Agricultura Familiar acontecer, e não estamos falando só de tomate e cheiro-verde, não. A força da agricultura familiar vai muito além do que parece, ela sustenta economias inteiras, movimenta feiras, gera renda e, de quebra, ainda mantém vivas tradições que são puro patrimônio, e tudo isso, vale lembrar, está ganhando uma atenção especial do governo estadual e de quem, como Dilmar, acredita nesse potencial.

Sob a liderança do governador Mauro Mendes, com o olhar técnico e inovador da secretária de Agricultura, Andreia Fujioka e com o empenho de Dal Bosco, como deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso, o estado vem abrindo espaço para o pequeno produtor crescer. “O governo tem investido pesado em programas de incentivo, assistência técnica de verdade, repasse de maquinários modernos e capacitação, sem esquecer o apoio às cadeias que estão mudando o cenário rural, como café, cacau, piscicultura, além do avanço da irrigação, que virou palavra de ordem para um campo mais produtivo e sustentável. Não tem como ignorar que esse trabalho é feito, na maioria das vezes, por famílias que resistem à tentação da cidade grande. A conversa nos sítios mudou. Muitos pais já se perguntam como convencer os filhos a continuarem plantando, colhendo e apostando no campo”, salientou Dilmar.

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O desafio, aliás, não é pequeno. Os jovens querem internet rápida, tecnologia no campo, acesso a ensino de qualidade e, claro, reconhecimento. E quem disse que não dá para juntar tradição e inovação? Tem muita gente nova apostando em agroecologia, hortas inteligentes, produção orgânica e venda direta pelo celular. Com criatividade, a roça vira vitrine no Instagram, e o resultado é um novo orgulho rural que contagia até quem antes só sonhava com a vida urbana. “Falo isso não só como quem acompanha de perto, mas também como deputado estadual que dedica boa parte do mandato a abrir caminhos para a agricultura familiar. É por isso que destino minhas emendas parlamentares para fortalecer associações, garantir equipamentos, apoiar a piscicultura que cresce a olhos vistos e incentivar pesquisas que levam conhecimento direto ao homem do campo. Projetos como esses fazem diferença na vida real, levando informação, tecnologia e novas oportunidades para quem vive da terra”, disse Dal Bosco.

Parlamentar foi ainda mais longe e disse que falar de inovação rural já é rotina no interior do estado. Para Dilmar, tem produtor de café em Mato Grosso colhendo grãos que disputam espaço com grandes marcas, pequeno cacau chegando a indústrias de chocolate artesanal, tanques de peixe mudando a renda de famílias inteiras e irrigação trazendo segurança, mesmo nos períodos de seca. “Cada uma destas conquistas nasce de um esforço conjunto, e é bonito de ver gente que não tinha acesso a maquinário hoje trabalhando com tratores novinhos, preparados para qualquer desafio, mas, claro, ainda há muito o que ajustar”, disparou Dal Bosco.

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Parlamentar salientou que a burocracia, vez ou outra, insiste em atrapalhar e comentou que o escoamento da produção nem sempre é fácil, e preços justos ainda são um sonho para muitos. “Ninguém esconde que há problemas, mas também não dá para ignorar a vontade de mudar e a criatividade de quem acorda cedo para cuidar da terra, e, olhando para tudo isso, não dá para não se envolver. Quem conversa com agricultores familiares percebe rápido, mais do que plantar, eles querem criar raízes profundas. O resultado de tudo isso? Mais jovens voltando a enxergar o campo como lugar de futuro. Famílias que já pensaram em desistir agora investem em novas culturas, ampliam os horizontes e ajudam a construir uma agricultura familiar cada vez mais forte e inovadora em Mato Grosso”, disse Dilmar.

Para finalizar, Dal Bosco se orgulhou em dizer que as ações dele, as parcerias com Governo do Estado, Secretaria de Agricultura e os pequenos produtores da agricultura familiar seguem firme, ouvindo, dialogando e defendendo quem faz a Agricultura Familiar pulsar no interior, de olhos atentos a cada avanço e coração aberto para novas ideias.

Por: Juninho Poyer – Assessoria de Comunicação de Gabinete

Fonte: Política Mato Grosso

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Mato Grosso

Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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