POLÍTICA NACIONAL

Para Humberto, mobilização de domingo foi recado firme contra anistia e PEC do Mandato

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Em discurso no Plenário nesta terça-feira (23), o senador Humberto Costa (PT-PE) criticou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021que exige autorização prévia da Câmara ou do Senado para abertura de processo contra parlamentares, e o projeto de lei que prevê anistia a envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar afirmou que os protestos realizados no último domingo em diversas cidades do país foi um “firme recado” de que a sociedade brasileira está atenta e rejeita ambas as propostas.

Segundo Humberto, a PEC representa um retrocesso inaceitável e ameaça o princípio da igualdade perante a lei. A proposta condiciona o julgamento de parlamentares à autorização da Câmara ou do Senado, inclusive em casos de prisão em flagrante por crime inafiançável, além de ampliar o foro privilegiado para presidentes de partidos e retomar o voto secreto nessas votações. 

—  Há senadores tentando se articular para salvar essa PEC aqui no Senado. Querem emendá-la para dar outro formato e ajudar o texto a passar. A opinião pública precisa estar atenta. Não pode haver salvação para essa PEC da vergonha. Não há outro caminho que não seja a sua rejeição integral — alertou.

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O senador também rechaçou o projeto que concede anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro, que tramita na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que não se pode permitir que crimes contra o Estado democrático de direito sejam perdoados. Para o senador, unir a pauta da blindagem parlamentar com a da anistia é uma manobra para favorecer interesses políticos e proteger aliados condenados por envolvimento em ataques à democracia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Sessão desta quarta-feira terá votação de dez autoridades

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (19) a realização de esforço concentrado para sabatina e votação de autoridades na sessão deliberativa desta quarta-feira (20). Davi destacou a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves, indicado para compor o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no cargo de corregedor nacional de Justiça, no biênio 2026/2028.

Em 13 de maio foi lido no colegiado o relatório do senador Cid Gomes (PSB-CE) para o Ofício (OFS) 4/2026, do próprio STJ. Na sequência da votação na CCJ, a indicação do ministro deverá ser encaminhada a Plenário.

Também deverão ser sabatinados na Comissão de Relações Exteriores (CRE) sete diplomatas indicados para chefiar embaixadas, e a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ouvirá os indicados a presidente e diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Indicado

Cargo

Relator

Benedito Gonçalves Corregedor nacional de Justiça Cid Gomes (PSB-CE)
João Batista do Nascimento Magalhães Embaixador no Omã Tereza Cristina (PP-MS)
Marcelo Paz Saraiva Câmara Embaixador no Vietnã Tereza Cristina (PP-MS)
Paulo Roberto Sores Pacheco Embaixador no Japão Fernando Dueire (PSD-PE)
Olyntho Vieira Embaixador em Belize Esperidião Amin (PP-SC)
Ricardo André Vieira Diniz Embaixador nas Bahamas Sergio Moro (PL-PR)
Fábio Vaz Pitaluga Embaixador na Albânia Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
Ricardo de Souza Monteiro Delegado junto à Organização das Nações Unidas e organismos internacionais em Genebra Nelsinho Trad (PSD-MS)
Otto Eduardo Fonseca de Albuquerque Lobo Presidente da CVM Eduardo Braga (MDB-AM)
Igor Muniz Diretor da CVM Rogério Carvalho (PT-SE)
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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