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Assembleia e TCE defendem prorrogação da suspensão de consignados de servidores

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Diante dos primeiros resultados da auditoria sobre contratos de consignados firmados por servidores públicos estaduais com instituições financeiras, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) deve recomendar ao governo do Estado a prorrogação da suspensão das cobranças, inicialmente prevista para terminar no próximo dia 28. A decisão aprovada nesta terça-feira (19) faz parte do trabalho conjunto entre TCE e a Assembleia Legialtifva de Mato Grosso (ALMT).

A Assembleia, por meio de uma comissão de parlamentares, acompanha o trabalho da auditoria e participou da reunião, realizada ontem (18), na sede do TCE, para apresentação dos primeiros relatórios. A iniciativa partiu do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), que tem coordenado esforços para garantir segurança jurídica e proteção aos trabalhadores do serviço público diante das irregularidades identificadas.

Durante a apresentação, o presidente do TCE, conselheiro Sérgio Ricardo, não poupou palavras ao classificar o cenário como de “desordem generalizada”. Dos mais de 102 mil contratos existentes, apenas 27 mil reuniam condições mínimas para análise até o momento. “Não há como assegurar que esses contratos estejam em conformidade com as normas do Banco Central. Sem uma avaliação individual, não é possível garantir a legalidade das cobranças”, afirmou.

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Diante do quadro, o conselheiro afirmou que deve recomendar ao governo do Estado, a prorrogação da suspensão das cobranças. Ele também informou que levará o relatório parcial ao Tribunal de Justiça, reforçando a gravidade da situação e a necessidade de resguardar os servidores até a conclusão do processo.

Foto: Rodrigo Prates/Assessoria de Gabinete

Max Russi defendeu a ampliação do prazo por mais 120 dias. Para ele, a prioridade é impedir que servidores sejam penalizados em meio à incerteza. “São muitas inconsistências, muitas dúvidas e trabalhadores que se sentem lesados. A Assembleia está atuando em conjunto com o TCE para suspender qualquer repasse às consignatárias até que tudo seja devidamente esclarecido. Quero reconhecer o trabalho técnico do Tribunal de Contas, que tem se debruçado com rigor sobre um tema tão sensível para os servidores do nosso Estado”, ressaltou o presidente.

O parlamentar destacou ainda a importância do papel do Legislativo. “Não podemos admitir que, em meio a tantas indefinições, os servidores paguem a conta de algo que ainda não foi comprovado. A Assembleia vai acompanhar cada etapa do processo até que a segurança jurídica e os direitos sejam garantidos”, reforçou.

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A deputada Janaina Riva destacou a importância do acompanhamento coletivo do Parlamento. “Esse é um pedido de todos nós, deputados e deputadas, em defesa dos servidores que não podem ser penalizados diante desse cenário de incertezas”, completou.

Além de Max Russi, participaram da reunião os deputados Wilson Santos (PSD) e Janaina Riva (MDB), a presidente da Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos de Mato Grosso (Fessp/MT), Carmen Machado, e o presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo de Mato Grosso (Sinpaig), Antônio Wagner.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta sobe para 42,4% e Wellington cai para 29,6%, aponta Paraná Pesquisas

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece com 42,4% das intenções de voto na nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas para o Governo de Mato Grosso. Wellington Fagundes (PL) registra 29,6%, enquanto a médica Natasha Slhessarenko (PSD) aparece com 13,5%.

No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a diferença entre Pivetta e Fagundes é de 12,8 pontos percentuais. Os demais candidatos aparecem abaixo de 1%.

Sargento Laudicério (Agir) registra 0,8%, enquanto Mauricio Coelho (PMN) e Rafaell Milas (Missão) aparecem com 0,4% cada. Eleitores que declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes somam 7,1%. Outros 5,8% não souberam ou não quiseram opinar.

A pesquisa mostra ainda mudanças nas intenções de voto em relação às rodadas anteriores do instituto. Pivetta passou de 39% em agosto para 40,8% no início de setembro e chegou aos atuais 42,4%. Fagundes, por sua vez, tinha 35% em agosto, registrou 30% na pesquisa anterior e aparece agora com 29,6%. Natasha também oscilou positivamente, passando de 8,7% para 12% e, posteriormente, para 13,5%.

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Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Pivetta aparece com 27%, seguido por Fagundes, com 14%, e Natasha, com 5,9%. Laudicério registra 0,3% e Rafaell Milas, 0,1%. Outros nomes somam 0,4%.

O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Pivetta e Fagundes. Nesse cenário, Pivetta registra 49,1% das intenções de voto, enquanto Fagundes aparece com 37,4%. Brancos, nulos e nenhum dos candidatos somam 7,7%, e 5,8% não souberam ou não opinaram.

Em dezembro de 2025, no mesmo confronto, Fagundes aparecia com 48,6% e Pivetta com 32,8%, segundo o levantamento citado na pesquisa atual.

A Paraná Pesquisas também mediu a rejeição. Fagundes registra 26,8%, seguido por Natasha, com 23,3%, e Pivetta, com 19,6%. Nesse quesito, os entrevistados poderiam indicar mais de um candidato.

O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 17 de setembro, com 1.352 eleitores de 50 municípios de Mato Grosso. A margem de erro estimada é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-09335/2026.

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