Mato Grosso

“Vim a MT há 10 anos e hoje o Estado é outro no combate às facções criminosas”, afirma secretário nacional

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O secretário nacional substituto de Segurança Pública, Rodney da Silva, destacou que “Mato Grosso é exemplo e faz revolução na Segurança Pública”. A afirmação foi dita durante a abertura do 4º curso de Planejamento de Operações de Repressão Qualificada, que ocorre em Cuiabá, nesta segunda-feira (19.5), com a participação do governador Mauro Mendes.

O curso é promovido pela Polícia Civil em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública. O objetivo é capacitar profissionais das polícias civis de todo o país, designados para investigações de facções criminosas.

“Eu vim aqui há 10 anos e hoje não reconheci. O Estado é outro. Estamos vendo uma grande revolução, principalmente na nossa área que é a segurança pública. Eu estou bastante impressionado, e vou levar isso pro Sarrubbo [secretário titular] e vou levar isso pro ministro Lewandowski: de que o estado de Mato Grosso é um grande exemplo pra todos nós”, disse Rodney.

O secretário nacional ainda destacou a política do estado no combate às facções criminosas, por meio do programa Tolerância Zero.

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“Eu já saí do aeroporto e vi um outdoor falando dessa política dura de combate a facções. Essa revolução que está acontecendo aqui na Segurança Pública será exemplo em todas as minhas falas, com a certeza que a referência a Mato Grosso será sempre positiva”, destacou.

De acordo com o governador Mauro Mendes, o avanço na Segurança Pública é resultado dos investimentos recordes na área, aliados ao trabalho dos servidores da Segurança.

Nos últimos anos, o Governo do Estado nomeou mais de 2.700 agentes; adquiriu veículos, aeronaves, equipamentos e armamento de ponta; instalou rádio digital em 100% do estado; criou a Patrulha Rural; além de criar quase 5 mil vagas no sistema prisional. Com isso, houve redução dos principais índices de criminalidade.

“Temos feito a nossa parte, apesar das leis frouxas que ainda imperam no país. E por isso é importante essa capacitação. Para que possamos descapitalizar as facções, destruindo suas fontes de receita, que são os instrumentos deles para financiar essas atividades criminosas”, relatou.

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Também estavam no evento: os secretários de Estado Cesar Roveri (Segurança Pública) e Vitor Hugo (Justiça); a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel; além deintegrantes da diretoria da Polícia Civil e os alunos do curso.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 11 ordens judiciais para investigar sequestro e desaparecimento de jovem em Colíder

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (16.6), a Operação Caronte, para solucionar o sequestro e desaparecimento de Vitor Ursolino, de 23 anos, no município de Colíder.

O boletim de ocorrência do desaparecimento da vítima foi registrado na última quinta-feira (11.6). Até o momento, a vítima não foi localizada. A investigação da Delegacia da Polícia Civil de Colíder aponta o envolvimento de membros de uma facção criminosa.

Na operação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, expedidos pelo Plantão da Comarca de Colíder, após representações da autoridade policial. As ordens judiciais foram direcionadas a endereços de suspeitos ligados ao grupo criminoso.

A operação mobilizou equipes das Delegacias de Colíder, Alta Floresta e Nova Canaã do Norte, além da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Durante o cumprimento de um dos mandados, o investigado Ilael Macedo da Silva, de 26 anos, reagiu à atuação policial. Ele estava com uma arma de fogo. Para garantir a própria segurança, os policiais reagiram e efetuaram disparos que atingiram o suspeito. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Colíder, mas veio a morrer.

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As investigações prosseguem com foco na localização da vítima e na responsabilização de todos os envolvidos.

Operação Caronte

O nome da operação simboliza a gravidade da ação criminosa apurada, em que a vítima teria sido sequestrada por integrantes de facção criminosa e submetida ao chamado “tribunal do crime”, prática que representa uma espécie de sentença clandestina, imposta à margem do Estado e com evidente risco à vida da vítima.

A denominação “Caronte” faz referência ao personagem da mitologia grega, conhecido como o barqueiro responsável por conduzir as almas ao mundo dos mortos.

Fonte: Governo MT – MT

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