POLÍTICA NACIONAL

Marcos Pontes propõe classificar fraudes contra o INSS como crime hediondo

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Durente pronunciamento nesta quarta-feira (7), no Plenário do Senado, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) anunciou a elaboração de um projeto de lei que classifica como crime hediondo qualquer tipo de fraude, roubo ou desvio de recursos do INSS. A iniciativa foi motivada por denúncias recentes sobre esquemas de desvio em empréstimos consignados, que, segundo o parlamentar, somam pelo menos R$ 6 bilhões em fraudes.

— Roubar um aposentado é covardia em última instância, é maldade em estado bruto. Com esse valor desviado, seria possível construir 60 mil moradias populares, alimentar 2 milhões de famílias durante um ano ou garantir um salário mínimo por mês para mais de 600 mil idosos e pessoas com deficiência por um ano inteiro — comparou Pontes.

O senador explicou que, com a proposta, quem for condenado por crimes contra o INSS será submetido às penas mais rigorosas previstas na legislação penal brasileira: início do cumprimento da pena em regime fechado, proibição de indulto e fiança, e progressão de regime apenas após 40% da pena (para réu primário) ou 60% (para reincidentes). De acordo com Pontes, o projeto será um instrumento de justiça social, voltado à proteção dos mais vulneráveis.

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Ainda durante o discurso, o parlamentar criticou a gestão fiscal do governo federal, mencionando o crescimento da dívida pública e os impactos sociais das políticas econômicas atuais. Pontes também se posicionou contra a proposta aprovada na Câmara dos Deputados que aumenta o número de parlamentares, alegando que a prioridade do país deve ser mais eficiência, e não aumento de gastos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Jayme Campos defende fortalecimento dos municípios

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O senador Jayme Campos defendeu, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (20), o fortalecimento dos municípios e a ampliação de medidas de apoio financeiro às prefeituras. Ao destacar a da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada de segunda (18) a esta quinta (21), o parlamentar afirmou que os governos municipais enfrentam aumento de despesas e dificuldades para manter serviços públicos essenciais. Segundo ele, os municípios assumem responsabilidades crescentes sem que os recursos acompanhem as demandas.

Defender o municipalismo é defender uma gestão pública mais eficiente, mais humana e mais próxima das necessidades do cidadão. Fortalecer os municípios é fortalecer o pacto federativo, é fortalecer a democracia, mas, acima de tudo, é fortalecer o Brasil — declarou.

O senador também defendeu a atualização dos valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), regularização fundiária, melhorias habitacionais e atualização monetária de recursos federais destinados a programas executados em parceria com as prefeituras. Segundo ele, a defasagem nos repasses compromete a execução de políticas públicas. O parlamentar ainda criticou a falta de repasses do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) aos municípios mato-grossenses nos últimos meses. 

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Muitos municípios daquele estado precisam desse repasse. E eu não sei por que motivo, por que razão, o governo do estado está deixando de transferir o recurso do Fethab, que é um fundo de que, com certeza, muitos municípios dependem para manutenção e, sobretudo, para fazer alguns serviços essenciais nas ruas e avenidas, como também nas estradas rurais de Mato Grosso.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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