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Deputado do Araguaia solicita delegado para Cocalinho

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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) solicitou à delegada-geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC), Daniela Maidel, um delegado para o município de Cocalinho. O pedido foi feito durante reunião nesta terça-feira (6), na sede da PJC, em Cuiabá.

A necessidade de ampliar a segurança aos cidadãos e investidores é devido aos investimentos e crescimento da cidade e entorno. O deputado afirma que a região está em expansão. A cidade faz divisa pelo rio com o Estado de Goiás.

“Cocalinho é a porta de entrada em Mato Grosso para quem vem de Goiás, pela MT-326. A região também tem atrativo turístico com a temporada de praia no rio Araguaia e toda sua orla. E isso requer reforço da segurança para a população e empresários do comércio e serviços, principalmente”, afirma Dr. Eugênio.

“Cocalinho também será rota nos próximos anos do traçado da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), que está em construção e mudando o dinamismo do município. A ferrovia chegará a Água Boa em 2028”, reforça o deputado.

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Paralelamente à preocupação com a segurança da população da cidade, Dr. Eugênio ainda atua com outras ações no município, como o Projeto de Lei 2219/2023, no qual declara a “Temporada de Praia de Cocalinho” como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Mato Grosso e sua inserção no calendário oficial de eventos do Estado.

O projeto está na pauta de votação desta quarta-feira (7/9) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O evento turístico é realizado anualmente no mês de julho.

Emendas – Dr. Eugênio também tem destinado emendas com recurso público para auxiliar a gestão do prefeito Márcio Baco e melhorar a oferta de serviços públicos para a população.

Nos últimos anos, ele destinou, por exemplo, R$ 1,369 milhão para custeio da saúde em 2023 e 2024. Além de R$ 600 mil para o festival de praia e R$ 250 mil para um veículo de auxílio à assistência social do município em 2024.

Cocalinho – A cidade tem 6.428 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2024.

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O município tem ampliado sua renda per capita desde 2018, atualmente em R$ 52 mil para cada habitante em 2021, de acordo também com o IBGE. O valor é acima da média brasileira de R$ 47.800, com dado de 2022.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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