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Max Russi celebra avanços na habitação popular em Mato Grosso e destaca importância de garantir dignidade aos cidadãos

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O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reforçou seu compromisso em garantir o direito fundamental à moradia para as famílias de baixa renda. Um trabalho iniciado desde quando foi prefeito de Jaciara, período em que entregou mais de mil casas populares, Max tem ampliado sua atuação como parlamentar na área de habitação em Mato Grosso.

Somente no exercício como deputado estadual, Max já viabilizou mais de 900 casas populares em diferentes municípios, contemplando famílias que sonhavam com a casa própria. Nos últimos anos, foram beneficiadas famílias de Campinápolis; Alto da Boa Vista; Araguaiana; Araputanga; Canabrava do Norte; Comodoro; General Carneiro; Jangada; Juscimeira; dentre outras, em várias regiões do estado.

Além das moradias, o presidente da ALMT também liderou iniciativas de regularização fundiária, entregando 326 títulos em março de 2025 e, mais recentemente, em uma ação histórica da Assembleia Legislativa, foram entregues 287 títulos definitivos de propriedade em Várzea Grande.

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“Mato Grosso cresceu muito. Muitas pessoas vieram em busca de trabalho e qualidade de vida, mas ainda temos um déficit habitacional. Nosso compromisso é trabalhar junto ao Governo do Estado e às prefeituras para garantir moradia digna para todos que precisam”, afirmou Max Russi.

Parceria que realiza sonhos – Outro destaque é a parceria com a primeira-dama do Estado, Virgnia Mendes, por meio do Programa SER Família Habitação. A iniciativa, lançada pelo Governo do Estado em 2025, vai conceder até R$ 20 mil de subsídio para que famílias possam dar entrada na casa própria.

Max Russi ressaltou que a união de esforços tem sido fundamental para ampliar os resultados. “A Virgínia também tem esse amor por realizar sonhos, e juntos temos conseguido levar mais dignidade às famílias de Mato Grosso. O SER Família Habitação é uma grande oportunidade para que mais pessoas conquistem a casa própria”, destacou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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