Mato Grosso

Polícia Civil identifica motorista responsável por atropelamento que matou ex-policial militar na BR-158

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A Polícia Civil identificou o motorista responsável pelo atropelamento que resultou na morte de um ex-policial militar, ocorrido no domingo (16.2), em Porto Alegre do Norte.

Conforme as investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Porto Alegre do Norte, o motorista fugiu do local sem prestar socorro, caracterizando a infração de homicídio no trânsito com a omissão de assistência e a fuga do local, prevista nos artigos 302 e 305 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O acidente que vitimou o policial militar Caio César Tavares da Silva, de 29 anos, ocorreu na BR-158, a aproximadamente sete quilômetros da cidade de Porto Alegre do Norte, ocasião em que a vítima foi atingida pelo veículo em movimento.

Desde a comunicação do fato, a Polícia Civil realizou diversas diligências, incluindo a coleta de imagens de câmeras de segurança e análise de vestígios no local do acidente. O trabalho investigativo apontou para um suspeito que, após o acidente, tentou ocultar o seu envolvimento e se evadir da Justiça.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Victor Donizete de Oliveira, a identificação do suspeito foi fruto de um trabalho intenso da equipe de investigação.

“Desde o início, nossas equipes trabalharam com afinco para esclarecer os fatos e localizar o condutor envolvido. A fuga do local não vai impedir a elucidação do crime e a devida responsabilização do autor”, afirmou.

A Polícia Civil aguarda que o suspeito se apresente voluntariamente o mais breve possível para ser ouvido sobre os fatos. Caso contrário, serão adotadas medidas junto ao Poder Judiciário para garantir que ele responda pelos atos cometidos.

A investigação segue em curso para consolidar todas as provas necessárias ao andamento do inquérito policial. A população também pode colaborar com informações adicionais sobre o caso, que possam auxiliar no esclarecimento de todas as circunstâncias do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso amplia acesso a procedimentos cardiovasculares pelo SUS no Hospital Central

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Com o início do serviço de hemodinâmica, o Hospital Central de Alta Complexidade amplia a oferta de procedimentos cardiovasculares pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, incluindo o atendimento a crianças com doenças cardíacas congênitas. Com essa tecnologia, são realizadas intervenções minimamente invasivas, ou seja, sem a necessidade de cortes cirúrgicos, com maior precisão e trazendo uma recuperação mais ágil aos pacientes.

A hemodinâmica é uma técnica médica que consiste na introdução de catéteres nos vasos sanguíneos para a realização de exames diagnósticos e intervenções terapêuticas com visualização em tempo real. Ela também será adotada em outras especialidades no Hospital Central, como neurologia e cirurgia vascular. A previsão é oferecer, a partir de julho, 240 procedimentos somente na área cardíaca para adultos e crianças.

Na cardiologia, a tecnologia reforça o processo de implantação progressiva da área médica no Hospital Central. No atendimento pediátrico, o diferencial é permitir tratar doenças do coração em crianças, usando uma técnica de menor risco que a cirurgia convencional em boa parte dos casos.

“Estamos contentes pois, até o final de julho deste ano, teremos o Hospital Central atuando em operação plena. Isso quer dizer que a unidade estará ofertando todas as especialidades e procedimentos para a qual foi vocacionada e isso, sem dúvidas, irá beneficiar grandemente toda a rede de saúde de Mato Grosso”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, reforça que a oferta da hemodinâmica está alinhada ao perfil assistencial da unidade. “Estamos estruturando essa linha de cuidado de forma progressiva, com a incorporação de tecnologias que ampliam o acesso a procedimentos de alta complexidade e permitem tratamentos mais seguros e resolutivos para a população”.

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O coordenador de Medicina Diagnóstica do Hospital Central, Matheus Horie, esclarece como é empregada a hemodinâmica. “É aplicada em exames chamados de arteriografias e angiografias. Permite a realização de cateterismo em diferentes vasos do corpo, com uso de contraste e análise das imagens em tempo real para diagnóstico. A partir dessa mesma via, também é possível realizar tratamentos endovasculares, muitas vezes de forma minimamente invasiva”.


Na unidade, a hemodinâmica é realizada por uma equipe de 18 profissionais especialistas habilitados na operação dos equipamentos. O time é composto por hemodinamicista (cardiologista especializado) adulto e pediátrico, radiologista intervencionista, neurorradiologista intervencionista, cirurgião endovascular e eletrofisiologista.

As duas máquinas de hemodinâmica do Hospital Central serão usadas em áreas distintas. A que entrou em operação no final de abril foi, inclusive, utilizada para tratar três crianças com doenças cardíacas congênitas.

“Elas foram submetidas à hemodinâmica para corrigir uma malformação congênita chamada persistência do canal arterial. Sem o procedimento, elas poderiam se tornar cardiopatas, mas, tratando agora, minimizamos esse risco”, relata Matheus Horie. Os procedimentos ocorreram nos dias 23 e 24 de maio.

Entre pacientes adultos e crianças, cerca de 60 procedimentos de hemodinâmica já foram feitos no hospital, tanto terapêuticos quanto para diagnósticos. Um paciente de 59 anos de idade, morador de Vila Rica (1.160 km distante de Cuiabá), foi um dos beneficiados. Ele deu entrada no Hospital Central, no final de maio, com suspeita de infarto, trazido a Cuiabá por transporte aéreo. O diagnóstico foi confirmado e, na sequência, foi submetido ao cateterismo para desobstrução da artéria coronária. Poucos dias depois, apresentou boa recuperação durante sua permanência da Unidade de Terapia Intensiva e recebeu alta hospitalar.

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O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita. Todo seu atendimento é gratuito e feito 100% pelo SUS.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social.

Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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