POSIÇÕES DURAS

‘Só ações casadas entre Executivo, Legislativo e Judiciário poderão enfrentar as facções’, diz deputada Gisela

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À jornalistas, nesta segunda-feira(10), a deputada federal Gisela Simona(União Brasil) garantiu que quaisquer ações usadas no enfrentamento às facções criminosas em Mato Grosso ou em outros estados brasileiros, exigirão ações casadas e concomitantes entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Ao frisar que o país possui penas duras, mas que estas leis precisam de aplicação e da execução nos processos diários de enfrentamento aos crimes realizados pelos membros destas facções.

A declaração da parlamentar foi dada em entrevista ao programa Noticia de Frente, na TV Vila Real, após ser questionada se a possibilidade de tornar ‘terrorismo’, os atos das facções criminosas, não abriria espaço para atuações mais incisivas nas investigações contra membros destas facções, a partir desta mudança no código penal.

Para a deputada Gisela Simona, o país precisa tomar algumas posições mais duras para enfrentar esta realidade que aponta para um poder paralelo que cresce de forma assustadora no Brasil. Mas elas não podem vir de um só espaço de poder, mas da parceria entre todos.

“Mais do que isto, esta mudança exige que as instituições tomem as rédeas desse problema, pois não são as facções que devem mandar, mas a sociedade e o poder público. Mas para isso será necessário que sejam tomadas medidas duras que venham do Executivo, mas balizadas por leis que avalizem estas medidas. E um Judiciário que tenha a mesma compreensão sobre uma punição alta para os crimes cometidos por estes grupos”.

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Ainda conforme a deputada unista, realizar um enfrentamento que, de fato, surta efeito contra estas organizações criminosas, as mudanças precisam ser amparadas por todos os poderes, não só em novas leis. Ainda que acredite que tornar crime de terrorismo estas ações, sob o ponto de vista da legislação, pode ser a maneira mais rápida de enquadrar as facções e punir seus membros”.

Lembrando, igualmente, que para chegarmos a este sistema carcerário, ‘cheio de lacunas’ como o temos hoje, tiveram que ocorrer muitos erros em gestões passadas, até que o caos se instalasse. Exigindo, agora, regras severas como as que foram impostas pelo governador Mauro Mendes (União Brasil), que no final de novembro do ano passado criou o programa ‘Tolerância Zero’ que conta com uma série de ações para combater o crime organizado em Mato Grosso. Mendes também defende que as facções sejam equiparadas aos grupos terroristas pela legislação brasileira, como forma de endurecer o combate à criminalidade.

Gisela Simona acredita que o fato da nova Mesa Diretora da Câmara Federal, comandada desde 1 de fevereiro pelo deputado Hugo Motta, ter sido eleita por um bloco formado por 17 partidos da direita e da esquerda, há uma grande possibilidade de que temas como estes ganhem notoriedade. Ao pontuar que, inclusive, seu partido, o União Brasil, busca a presidência da Comissão de Segurança Pública naquela Casa de Leis, por entender que pautas importantes como esta, sobre a criminalização das facções, precisam ser debatidas amplamente no país.

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“Vejo que a Câmara dos Deputados, com a composição desta nova Mesa Diretora, tem hoje perfil para enfrentar estas discussões. E algo importante começou a acontecer neste novo ano legislativo, como pautar com antecedência alguns debates, assim dando tempo para a apresentação de propostas sérias. Não só projetos de regime de urgência, mas projetos que realmente tenham como conteúdo, estudos que possam ajudar a mudar este país”.

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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