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Moradores do São Matheus recebem Botelho e fazem reivindicações

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Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

Com aproximadamente três mil moradores, o bairro São Matheus, de Cuiabá, deverá receber o Mutirão da Cidadania, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, nos próximos dias. A reativação da Escola Estadual Dom Francisco de Aquino Corrêa; a regularização fundiária; a construção de uma praça com academia ao ar livre e playground, também constam na lista de reivindicações dos moradores entregue ao presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho, que visitou o bairro na semana passada.

Recebido pelo presidente Joeder Silva Barbalho, popular Lobão, Botelho constatou as necessidades do bairro, inclusive, das inúmeras famílias que tiveram suas casas alagadas pelas fortes chuvas e perderam, além da mobília, os documentos pessoais.

“Junto com o presidente Lobão, visitei toda a área e têm algumas demandas, como a de regularização fundiária, já pedi ao Intermat prioridade nisso para entregar essas escrituras. Também encaminhamos ofício para resolver a reativação da escola, além de encaminhar o Espaço Cidadania da Assembleia, para fazer um mutirão lá no bairro e arrumar a documentação dos moradores que perderam seus documentos com a enchente. Conhecemos a realidade e vamos ajudar”, afirmou Botelho.

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De acordo com Lobão, a escola estadual foi fechada para reforma, o que ainda não aconteceu nos últimos quatro anos em que os alunos foram transferidos para outras escolas mais distantes.

“Não houve a reforma, mas queremos a escola de volta porque no bairro não tem nenhuma escola. Outro pedido é o mutirão da cidadania, pois devido à forte chuva neste mês, praticamente alagou tudo e os moradores perderam roupas, móveis, documentos, o prejuízo foi grande. Mas, ficamos felizes quando o deputado Botelho andou pelo bairro e reforçou o compromisso com a comunidade, durante a reunião no nosso centro comunitário”, avaliou o presidente do bairro Lobão.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), acompanhada por um grupo de mulheres, entregou oficialmente à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso.

O documento, elaborado pelo grupo de trabalho liderado por Edna Sampaio, deputada em exercício na ocasião, identifica os gargalos na proteção da vida das mulheres e oferece, aos governos federal, estadual e municipais, um mapa de problemas e possíveis soluções institucionais para mudar a realidade imposta às mulheres. Mato Grosso tem liderado, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios nos últimos anos.

“Espero que as recomendações apresentadas neste relatório sejam acolhidas pelos nobres deputados, porque os senhores também vieram de uma mulher. Têm filhas, sobrinhas e, com certeza, mães, tias e avós. Por isso, esperamos que nos ouçam, porque esta não é uma questão partidária, mas uma causa pela preservação da vida”, afirmou, acrescentando “também as mulheres indígenas, infelizmente, têm sofrido feminicídio e violências, que violam nosso corpo e nossa alma”, afirmou.

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Eliane Xunakalo afirmou que todos os dias há relatos, nos noticiários, de mulheres sendo mortas, estupradas e sofrendo violências. “Mas, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta. Precisamos de mais delegacias, que a Politec funcione onde é necessária, além, claro, de recursos, investimentos e políticas públicas, para fortalecer os aparelhos estatais de combate à violência”, defendeu.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A deputada alertou para existência de onda de lista de mulheres estupráveis nas universidades. “Acredito que, para mitigar essa situação, é preciso uma educação, voltada para esse tema, nas escolas e nos lares. Além disso, o que acontece com as mulheres, com os indígenas e com os negros não deve ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias e não vemos nenhuma ação efetiva para pôr fim a esta situação, que inclui, inclusive, lista de pessoas que podem ser molestadas, como fosse normal”, lamentou. “Por isso, precisamos tomar atitudes contra esta lista de mulheres estupráveis” concluiu a parlamentar.

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Fonte: ALMT – MT

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