FORTALECIMENTO

Abílio e Maysa garantem atenção especial à saúde mental de Cuiabá

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O prefeito eleito Abilio Brunini (PL) se comprometeu nesta terça (21.01) em fortalecer a atenção à saúde mental em Cuiabá e fortalecer o atendimento na Unidade de Referência em Práticas Integrativas Complementares da Saúde (URPICS) – que é atualmente situada no Horto Florestal. Propositora da articulação, a vereadora Maysa Leão (Republicanos), relatou como foi o encontro.

“O prefeito Abílio fez o compromisso de conhecer a unidade, para que ela possa se fortalecer e continuar fazendo esse trabalho que hoje impacta a vida de cerca de mil pacientes por mês e pode impactar a vida de muito mais pessoas”, destacou a republicana.

De acordo com a vereadora, a URPICS ficou oito anos abandonada durante a antiga Gestão, e que a unidade foi adotada pelo seu gabinete. Além da parlamentar, e o prefeito Abilio Brunini (PL), estiveram presentes na reunião, o secretário de Meio Ambiente, José Afonso Botura Portocarrero, e as servidoras da Unidade, Flávia Dias e Talizia Hirooka de Medeiros.

“Eu conheci a URPICS, através do projeto de acolhimento às mães atípicas, além do atendimento individual acontece uma roda terapêutica que acolhe mães atípicas, que muitas vezes estão adoecidas e costumam ficar em segundo plano, por falta de acesso ao atendimento de saúde mental”, pontua Maysa, mãe atípica do João Lucas.

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Dentre os assuntos discutidos esteve a estruturação da Unidade – para que ela possa funcionar com estrutura adequada – seja no próprio Horto Florestal ou em outro parque em meio à natureza, para estimular que mais pessoas sejam beneficiadas pelos tratamentos disponíveis.

Maysa Leão apontou que as atividades oferecidas na URPICS, fazem parte do programa de terapias integrativas do Ministério da Saúde, e que essas atividades podem diminuir sensivelmente os atendimentos com emergências psiquiátricas nas UPAS. “A saúde mental em Cuiabá pede socorro” finalizou a parlamentar.

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Política MT

Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), acompanhada por um grupo de mulheres, entregou oficialmente à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso.

O documento, elaborado pelo grupo de trabalho liderado por Edna Sampaio, deputada em exercício na ocasião, identifica os gargalos na proteção da vida das mulheres e oferece, aos governos federal, estadual e municipais, um mapa de problemas e possíveis soluções institucionais para mudar a realidade imposta às mulheres. Mato Grosso tem liderado, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios nos últimos anos.

“Espero que as recomendações apresentadas neste relatório sejam acolhidas pelos nobres deputados, porque os senhores também vieram de uma mulher. Têm filhas, sobrinhas e, com certeza, mães, tias e avós. Por isso, esperamos que nos ouçam, porque esta não é uma questão partidária, mas uma causa pela preservação da vida”, afirmou, acrescentando “também as mulheres indígenas, infelizmente, têm sofrido feminicídio e violências, que violam nosso corpo e nossa alma”, afirmou.

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Eliane Xunakalo afirmou que todos os dias há relatos, nos noticiários, de mulheres sendo mortas, estupradas e sofrendo violências. “Mas, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta. Precisamos de mais delegacias, que a Politec funcione onde é necessária, além, claro, de recursos, investimentos e políticas públicas, para fortalecer os aparelhos estatais de combate à violência”, defendeu.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A deputada alertou para existência de onda de lista de mulheres estupráveis nas universidades. “Acredito que, para mitigar essa situação, é preciso uma educação, voltada para esse tema, nas escolas e nos lares. Além disso, o que acontece com as mulheres, com os indígenas e com os negros não deve ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias e não vemos nenhuma ação efetiva para pôr fim a esta situação, que inclui, inclusive, lista de pessoas que podem ser molestadas, como fosse normal”, lamentou. “Por isso, precisamos tomar atitudes contra esta lista de mulheres estupráveis” concluiu a parlamentar.

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Fonte: ALMT – MT

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