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Jamaica vence, elimina Panamá e derruba Brasil pela 3ª posição do grupo

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Ao derrotar o Panamá por 1 a 0 neste sábado, a Jamaica conquistou a primeira vitória na Copa do Mundo Feminina da FIFA™ (não só na edição de 2023, mas também na história do torneio), derrubou o Brasil para a terceira posição do Grupo F e eliminou a equipe panamenha.

Neste mesmo dia, mais cedo, a seleção brasileira perdeu para a francesa por 2 a 1 . Agora, a definição dos classificados ficará para a terceira e última rodada: em 2 de agosto, o Brasil enfrentará a Jamaica, e a líder França pega a lanterna (e já eliminada) Panamá.

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O gol da vitória jamaicana saiu após cobrança de escanteio bem aproveitada pela zagueira Swaby, que surgiu no meio da defesa adversária para cabecear e marcar o único do jogo.

O placar poderia até ter sido mais amplo se a árbitra não tivesse anulado um pênalti para a Jamaica (após claro toque de mão de Natis, que não foi alterado na revisão com o VAR) e se Bailey não tivesse defendido, quase no ângulo, um rampa colocada por Vyan Sampson.

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A goleira conseguiu evitar um revés mais duro, mas não foi capaz de impedir a eliminação do Panamá – que, pelo menos, terá a chance de buscar um primeiro ponto histórico na última rodada.

Porém, as panamenhas certamente podem aprender e se inspirar com a jornada da Jamaica, que finalmente venceu depois de perder os três jogos em 2019 (em sua primeira participação na Copa do Mundo Feminina) e empatar o primeiro em 2023 contra a França .

Número

Após três derrotas em 2019 e um empate na estreia em 2023, a Jamaica obteve sua primeira vitória na história da Copa do Mundo Feminina da FIFA.

Melhor jogadora da partida

Allyson Swaby (Jamaica)

Fonte: Esportes

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Jogo do Flamengo na Colômbia é cancelado após atos de violência da torcida

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A partida entre Flamengo e Independiente Medellín, marcada para a noite desta quinta-feira (07.05), no Estádio Atanasio Girardot, terminou antes mesmo de ganhar ritmo. Com apenas dois minutos de bola rolando, o confronto foi paralisado por causa de atos de hostilidade praticados pela torcida colombiana, que lançou bombas e objetos no gramado e também provocou depredação de estruturas do estádio. Cerca de uma hora e meia depois da interrupção, a Conmebol confirmou o cancelamento do jogo.

A decisão ocorreu após uma escalada de tensão que já preocupava as autoridades antes do apito inicial. Em meio à crise vivida pelo clube colombiano, havia receio de confusão nas arquibancadas, o que acabou se confirmando logo no início da partida. Aos seis minutos, o árbitro Jesús Valenzuela determinou que os jogadores das duas equipes deixassem o campo e retornassem aos vestiários.

O episódio pode trazer consequências esportivas importantes. Pelo regulamento da Conmebol, se a suspensão definitiva for atribuída ao Independiente Medellín, a entidade pode considerar W.O. a favor do Flamengo, com placar de 3 a 0 para o time brasileiro.

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A revolta da torcida do Medellín vem sendo alimentada por uma sequência de resultados ruins e por instabilidade interna no clube. Depois da goleada sofrida para o Flamengo por 4 a 1 no Maracanã, em 16 de abril, a equipe passou por mudança no comando técnico. Alejandro Restrepo foi substituído de forma interina por Juan Sebastián Botero, ex-treinador do sub-20.

A troca, no entanto, não surtiu efeito. No último domingo, o time perdeu por 2 a 1 para o Rionegro Águilas e acabou eliminado na fase de classificação do Campeonato Colombiano, terminando apenas na 11ª colocação. O momento ruim dentro de campo agravou o clima de pressão fora dele.

A crise também atingiu a direção do clube. O acionista majoritário Raúl Giraldo foi criticado após interagir com torcedores de forma provocativa logo depois da eliminação nacional. Na segunda-feira, ele pediu desculpas publicamente e renunciou ao cargo de liderança no Medellín, mas a insatisfação da torcida continuou evidente na tentativa de impedir a realização do jogo desta quinta-feira contra o Flamengo.

Fonte: Esportes

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