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Encontro anual ocorre na sexta com exposição fotográfica sobre Pantanal

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Promotores de Justiça de Mato Grosso e servidores do Ministério Público Estadual participam na próxima sexta-feira (04) do Encontro Anual do Ministério Público Ambiental. O evento será realizado no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, com transmissão ao vivo pela plataforma Teams. O evento é uma realização da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística e Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do MPMT.

Durante o encontro, ocorrerá a exposição fotográfica “Céu e Inferno em Terras Alagadas”. O acervo é resultado dos dois primeiros anos do projeto Pantanal+10, que registra a evolução climática no Pantanal e na vida de seus habitantes. O grito de alerta sufocado pela fumaça é o destaque da primeira etapa do projeto Pantanal+10, cujo objetivo é documentar o bioma durante uma década (2020 – 2030). O MPMT é parceiro do projeto. A exposição ficará aberta ao público em geral, no hall de entrada da Procuradoria-Geral de Justiça, até o dia 11 de novembro.

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PROGRAMAÇÃO – O Encontro Anual da Especializada Ambiental começa às 8h. No período da manhã serão realizadas duas mesas de discussões, a primeira sobre bacias hidrográficas e a segunda sobre crimes e infrações administrativas ambientais.

No período da tarde, serão discutidas questões relacionadas ao meio ambiente urbano e justiça socioambiental.

Fonte: MP MT

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MP consegue decisão para reativação imediata da Escola Estadual Denis Manerich

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A 3ª Promotoria de Justiça de Alto Araguaia (a 415 km de Cuiabá) obteve na Justiça uma decisão liminar que impede a desativação da Escola Estadual Denis Manerich de Oliveira, localizada em Alto Taquari. A decisão determina que o Estado de Mato Grosso suspenda imediatamente o ato administrativo que fechou a unidade, reativando-a em até 72 horas, com a garantia de matrícula para todos os interessados e o fornecimento de professores e servidores em número adequado. O curto prazo se deve à proximidade do início do ano letivo.

Atendendo a um pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a decisão também estabelece que seja promovido um amplo debate com a comunidade escolar, incluindo a participação do Conselho Municipal de Educação e outras entidades, para avaliar alternativas de manutenção da escola ou a realocação dos alunos em outra unidade de ensino. Além disso, no prazo de 30 dias, o Estado deverá apresentar estudos técnicos que comprovem que o fechamento da escola é realmente benéfico para os alunos nos aspectos logístico, psicológico, cultural, social e pedagógico. O descumprimento da decisão acarretará multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 300 mil.

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Falta de justificativa levou MP a acionar a Justiça

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo promotor de Justiça Frederico César Batista Ribeiro após o recebimento de denúncias de mães preocupadas com o impacto do fechamento da escola para seus filhos. Um abaixo-assinado pedindo a permanência da unidade também foi apresentado ao MP. Ao questionar a Diretoria Regional de Educação (DRE) de Rondonópolis, a direção da escola e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a Promotoria não recebeu respostas convincentes sobre os motivos do encerramento das atividades da escola.

“Assim como a comunidade escolar não foi esclarecida sobre o motivo do fechamento da escola com melhor avaliação pedagógica, o Estado também não apresentou ao Ministério Público critérios técnicos ou estudos que embasassem essa decisão”, destacou o promotor.

Após colher depoimentos, o MP apurou que:

  • O fechamento da Escola Estadual Denis Manerich foi decidido de forma unilateral pelo Estado;
  • Não houve reunião prévia com os pais dos alunos para discutir a decisão;
  • A Escola Carlos Irrigaray Filho, indicada como alternativa, não possui estrutura adequada para receber todos os estudantes da Denis Manerich e da escola municipal;
  • Alunos com deficiência podem ser prejudicados, pois não há comprovação de que haverá atendimento especializado na nova unidade.
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Com a decisão judicial, a comunidade escolar aguarda um posicionamento definitivo do Estado sobre o futuro da escola e de seus estudantes.

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