Tribunal de Justiça de MT

Clarice Claudino e juízes fazem visita institucional a chefes dos Poderes Executivo e Legislativo

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A desembargadora Clarice Claudino, eleita presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o biênio 2023/2024, visitou os chefes dos Poderes Executivo, Mauro Mendes, e do Legislativo, Eduardo Botelho, nessa segunda-feira (24 de outubro). A magistrada apresentou a juíza e os dois juízes que irão lhe auxiliar na Presidência: Viviane Brito Rebello, Tulio Duailibi Alves Souza e Agamenon Alcântara Moreno Júnior.
 
“Nossa bandeira número um é a pacificação social e nossa vontade é estarmos próximos de todos os Poderes, pois com a parceria com todos vamos fazer muito pela sociedade de Mato Grosso nesses dois anos. Pretendemos continuar estimulando a cultura da paz em substituição à cultura do litígio que temos tão arraigada na formação dos operadores do direito”, explicou a desembargadora.
 
Pela manhã, Clarice Claudino foi recebida pelo governador no Palácio Paiaguás. Mauro Mendes deu as boas-vindas à presidente eleita, reforçou a cordialidade entre os Poderes e destacou a relevância da boa relação institucional para toda a população do estado.
 
“Desejo à presidente eleita Clarice Claudino uma ótima gestão para que o Judiciário continue avançando e que a relação entre os Poderes siga harmônica e independente”, afirmou o governador.
 
Ao final do dia, a magistrada se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, que reafirmou o compromisso de manter a harmonia entre os Poderes com foco nas ações de evolução do judiciário mato-grossense.
 
“Essa é uma visita de aproximação importante para reforçar a cultura da paz. A desembargadora deixou clara a necessidade de fortalecer o Judiciário nessa linha, que é a da conciliação. Tive o prazer de afirmar que Assembleia está à disposição para contribuir com as melhorias necessárias no estado”, afirmou Botelho durante o encontro, que ainda contou com as presenças dos deputados estaduais, Wilson Santos, 1º vice-presidente da ALMT, e Janaína Riva, 2ª-secretária.
 
#Paratodosverem
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Primeira imagem: fotografia horizontal colorida da desembargadora Clarice Claudino reunida com os deputados Wilson Santos, Eduardo Botelho e Janaína Riva e os juízes auxiliares Viviane Rebelo, Agamenon Alcântara e Túlio Duailibi. Todos estão sentados, as magistradas sentadas lado a lado em um sofá, de frente para os deputados, que estão em cadeiras pretas, ao lado dos juízes, que estão em cadeiras vermelhas, em uma sala de estar com tapete, mesa de centro, prateleiras com objetos de decoração. A sala tem tons de cinza e marrom claro. À esquerda há três assessoras em pé conversando.
Segunda imagem: fotografia horizontal colorida da desembargadora Clarice ao lado do governador Mauro Mendes. Ambos estão sentados em poltronas em uma sala de estar com painéis de madeira, piso de mármore, luzes decorativas, objetos decorativos e uma televisão desligada. Os dois vestem calça social e terno azul. Mauro Mendes está com as pernas cruzadas e sorri, enquanto Clarice está com as pernas retas e mantém o semblante sereno.
 
Andhressa Barboza/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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