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Polícia Civil recupera em Cuiabá cerca de R$ 3 mil subtraídos de vítima de golpe pela internet

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Mais um valor de aproximadamente R$ 3 mil, subtraído de vítima de golpe eletrônico foi recuperado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, nesta sexta-feira (21.10).

A vítima de 24 anos procurou a 1ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, informando que estava se relacionando com uma mulher pelo WhatsApp. O comunicante relatou que passado alguns dias, recebeu uma ligação de uma pessoa dizendo ser policial no Rio Grande do Sul.

Na ocasião o suposto policial falou que a pessoa com quem a vítima estava se relacionando pelo aplicativo, era uma menina de 15 anos, bem como para não ser preso por pedofilia, a vítima deveria fazer um PIX.

Então o comunicante realizou a transferência via PIX para a conta bancária indicada pelo golpista, e somente depois que percebeu que havia sido vítima de estelionato.

Diante dos fatos foi solicitado bloqueio bancário do valor subtraído, sendo parte do dinheiro recuperado pela Polícia Civil. As investigações continuam visando identificar os envolvidos no crime.

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Fonte: PJC MT

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Condenada por tráfico e organização criminosa é recapturada após ação de inteligência

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Uma mulher de 27 anos, considerada integrante de uma facção criminosa e procurada pela Justiça, foi presa nesta quinta-feira (31), em Barra do Garças, durante uma operação da Polícia Civil. A ação foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, após trabalho de inteligência que identificou o paradeiro da foragida.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou que a mulher, condenada pela Justiça e com dois mandados de prisão em aberto, estava escondida em Barra do Garças. Após monitoramento e levantamentos de campo, os policiais confirmaram o endereço onde ela permanecia e realizaram a abordagem logo após a suspeita deixar o imóvel.

Para efetuar a prisão, equipes da Derf de Primavera do Leste se deslocaram até o município e montaram uma operação de vigilância que resultou no cumprimento das ordens judiciais.

Segundo a investigação, a mulher possui dois mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste. Um deles foi emitido após a regressão do regime semiaberto para o fechado, em processo relacionado aos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. O outro decorre de condenação por tráfico de drogas, com pena superior a sete anos de reclusão.

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As decisões judiciais destacam que a condenada descumpriu medidas impostas pela Justiça, voltou a praticar crimes mesmo utilizando tornozeleira eletrônica e passou a ser considerada foragida.

A suspeita também já havia sido investigada em outras operações da Polícia Civil voltadas ao combate às facções criminosas na região de Primavera do Leste, entre elas a Operação Cartório Central, deflagrada no início deste ano.

Conforme as apurações, ela exercia papel de liderança dentro da organização criminosa, sendo responsável por transmitir ordens aos integrantes, coordenar punições internas conhecidas como “salves”, participar de atos de tortura contra desafetos e atuar na logística do tráfico de drogas.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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