POLÍTICA NACIONAL

Rodovia goiana entre Jataí e Aragarças passa a se chamar Maguito Vilela

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A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou, nesta terça-feira (17), projeto de lei que reorganiza a denominação de diversos trechos da rodovia BR-158 e presta homenagem ao ex-governador e ex-senador Maguito Vilela.

Aprovado em caráter terminativo, o PL 4.562/2023, da Câmara dos Deputados, segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para análise no Plenário.

A proposta modifica a redação da Lei 11.678, de 2008, para consolidar a nomenclatura oficial de quatro trechos da BR-158 e revogar normas anteriores que tratavam do tema. Conforme o texto, ficam oficialmente denominados:

  • Rodovia Maguito Vilela, no trecho entre Jataí e Aragarças (GO);
  • Rodovia Deputado Flávio Derzi, entre Três Lagoas e Cassilândia (MS);
  • Rodovia Dr. Mário Ortiz de Vasconcellos, entre Santa Maria e Rosário do Sul (RS);
  • Estrada Prefeito Horácio Amaral, entre Campo Mourão e Roncador (PR).

Relator da matéria, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) ressaltou no parecer que a proposta busca promover a organização legislativa ao consolidar as denominações em um único texto legal, além de destacar a relevância do legado público de Maguito Vilela, político com trajetória marcante no estado de Goiás e no país.

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Ele exerceu os cargos de vereador, deputado estadual e federal, governador de Goiás, senador da República e prefeito de Aparecida de Goiânia e de Goiânia. Durante a reunião na CI, o senador Jayme Campos (União-MT) reforçou o mérito da homenagem ao ex-senador.

— Com certeza essa é uma das homenagens que prestamos a um dos valorosos homens públicos do país. O conheci na juventude, infelizmente Deus o levou cedo, mas fez um trabalho extraordinário. Maguito foi um homem de caráter invejável e que com certeza deixou marcas indeléveis como gestor — declarou.

A proposta também revoga as Leis 13.597, de 2018, e 14.427, de 2022, que anteriormente dispunham sobre parte da denominação dos trechos agora organizados em novo texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

“Estão desesperados”, diz Flávio após operação da PF contra bolsonaristas

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O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à operação da Polícia Federal que atingiu pessoas ligadas à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL), e classificou a ação como uma “terceira facada” contra o grupo político do ex-presidente.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio acusou o governo do PT de utilizar a estrutura da Polícia Federal para atingir adversários políticos e questionou a proximidade temporal entre decisões recentes do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a deflagração da operação.

A Operação Make Up foi deflagrada nesta quinta-feira (10) pela Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), por determinação de Dino. Ao todo, foram expedidos 49 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal.

Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), que participou do roteiro e atua como produtor-executivo do filme, e a produtora Karina Gama.

Segundo a Polícia Federal, a investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares que teriam sido destinados a organizações relacionadas ao projeto cinematográfico “Dark Horse”.

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Flávio, porém, apresentou outra interpretação para a operação. Para o senador, a ação teria caráter político e estaria relacionada à disputa eleitoral de 2026.

“Ontem, uma decisão do ex-ministro da Justiça do Lula Flávio Dino deu uma canetada e recolocou o Andrei Rodrigues, do Lula, na Polícia Federal. Hoje, menos de 24 horas depois, a Polícia Federal do Lula deflagrou uma operação contra adversários políticos”, afirmou.

O candidato também citou uma suposta articulação envolvendo Dino, o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Flávio não apresentou, na declaração, elementos públicos que comprovassem a existência dessa articulação.

A reação ocorreu em meio à disputa presidencial e às pesquisas eleitorais que vêm sendo utilizadas pelos candidatos para medir força na corrida pelo Palácio do Planalto.

Flávio afirmou que seu desempenho teria avançado nas pesquisas e relacionou esse cenário à operação realizada pela PF.

“A gente passou o Lula nas pesquisas oficiais deles e eles estão desesperados. Entraram no modo sobrevivência”, declarou.

As acusações feitas pelo senador são interpretações políticas sobre a operação. A investigação da Polícia Federal, por sua vez, tem como objeto formal apurar possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos e pessoas relacionadas à produção do filme. Os fatos ainda são objeto de investigação e não representam, por si só, condenação ou comprovação de responsabilidade criminal dos alvos.

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