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Wilson Santos propõe nome de pastor Sebastião Rodrigues de Souza para o Grande Templo

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Para eternizar a memória do saudoso pastor Sebastião Rodrigues de Souza, vítima da Covid-19 em 2020, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) propôs Projeto de Lei de n.° 432/2025, que denomina o nome do religioso no Grande Templo, sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Cuiabá, nesta quarta-feira (26), durante sessão plenária. O motivo da proposta deve-se ao importante legado deixado aos fiéis, em que ele ficou por 45 anos à frente do Ministério da Instituição Religiosa.

O parlamentar contou que teve o privilégio de homenagear o evangélico, ainda em vida, quando foi prefeito de Cuiabá, ao inaugurar as pontes da Avenida Professora Edna Affi, conhecida por Avenida das Torres. “As homenagens ao pastor estão lá, nas pontes, com quem tive uma ótima relação. E hoje pude apresentar um projeto de lei que o homenageia e que eu considero a maior liderança religiosa de Mato Grosso, depois do saudoso arcebispo metropolitano de Cuiabá, Dom Aquino Corrêa. Na minha modéstia opinião, o pastor na sua missão e no seu sacerdócio de evangelização, merece essa homenagem no Grande Templo”, justificou.

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Ele frisou sobre a certeza absoluta de homenagear o saudoso pastor em qualquer ambiente ou espaço deste estado. “O Grande Templo é um ambiente mais apropriado, mais condizente e que cai como uma luva para eternizar o nome deste grande líder, responsável por ter construído o Grande Templo. De maneira bastante respeitosa, peço aos colegas que nós possamos, em breve, apresentar o voto das comissões e eternizar o nome do pastor no Grande Templo”, conclui Wilson Santos.

Histórico – O pastor Sebastião nasceu em agosto de 1931, na cidade de Pirajuba (MG). Ao mudar na década de 70 para Mato Grosso, ele iniciou os trabalhos de propagação religiosa por diversos municípios mato-grossenses, onde fortaleceu e promoveu importantes trabalhos de evangelização da palavra de Deus, tanto que chegou a ser presidente da Assembleia de Deus do estado e vice-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil.

Um grande marco deixado por ele, foi a construção do Grande Templo, que é considerado o maior templo físico da Assembleia de Deus da América Latina – com capacidade para recepcionar 22,5 mil pessoas.

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Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Servidores cobram suspensão de consignados e ameaçam cruzar os braços em MT

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O Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo de Mato Grosso (Sinpaig-MT) convocou os servidores para uma assembleia que poderá aprovar um indicativo de greve em meio à crise envolvendo empréstimos consignados. A categoria também pretende cobrar reajustes salariais retroativos e decidir se autoriza uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A Assembleia Geral Extraordinária está marcada para a próxima quarta-feira (23), na esquina do Tribunal de Justiça com a Casa Civil, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá. A primeira convocação será às 8h30 e, em caso de falta de quórum, a reunião será iniciada às 9h com os servidores presentes.

A convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (17) e é aberta aos profissionais da carreira lotados na Capital e no interior, inclusive aos que não são filiados ao sindicato.

Sindicato cobra suspensão de descontos

Entre os principais pontos da pauta está a situação dos empréstimos consignados. Segundo o Sinpaig, mais de 20 instituições credenciadas pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) para operações com cartão de benefício consignado estão sob suspeita.

A entidade também cita cerca de dez instituições credenciadas pela MT Desenvolve para operações com cartão de crédito consignado.

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O sindicato pretende colocar em votação um indicativo de greve e organizar manifestações para pressionar o Governo a suspender os descontos relacionados às instituições apontadas como suspeitas.

Segundo o Sinpaig, a medida seria necessária para evitar que servidores continuem pagando valores referentes a operações que, conforme as suspeitas levantadas pela entidade, poderiam ter sido fraudadas.

Caso também chegou à Polícia Federal

A crise dos consignados já é alvo de investigação da Polícia Federal por meio da Operação Fugazi. O Sinpaig afirma que representações apresentadas em conjunto com outros cinco sindicatos foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Estadual (MPE) e à própria Polícia Federal.

A entidade também menciona uma Ação Civil Pública envolvendo descontos relacionados às empresas Capital Consig SCD, Click Bank, Cartos SCD, Bem Cartões e ABC Card, apontadas pelo sindicato como integrantes de um mesmo grupo econômico.

As suspeitas, no entanto, ainda são objeto de investigação e de discussões judiciais.

Pressão também mira o TJMT

Outro ponto da assembleia será a possível autorização para que o Sinpaig apresente uma representação ao CNJ contra o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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De acordo com o edital, a iniciativa envolve desembargadores responsáveis pela análise de um recurso relacionado à suspensão dos descontos consignados. O sindicato afirma que o recurso apresentado pelo escritório AFG e Taques, além de um pedido do MPE, estaria há meses sem julgamento.

A eventual representação dependerá da aprovação dos servidores durante a assembleia.

Sindicato cobra perdas de 18,38%

Além da crise dos consignados, o Sinpaig pretende retomar a cobrança por Revisões Gerais Anuais (RGAs) retroativas.

Segundo o sindicato, as perdas acumuladas pelos servidores chegam a 18,38%. A entidade cobra do Governo o reconhecimento e a recomposição desses valores.

No edital, o Sinpaig critica a atuação do Executivo e dos órgãos estaduais de controle e afirma que não teriam sido adotadas medidas consideradas efetivas para proteger os servidores diante das suspeitas envolvendo os empréstimos.

As declarações refletem a posição do sindicato. As suspeitas relacionadas às operações de crédito seguem sob investigação e análise das autoridades competentes.

Com consignados, perdas salariais, possível representação no CNJ e indicativo de greve na mesma pauta, a assembleia da próxima quarta-feira poderá ampliar a pressão dos servidores sobre o Governo de Mato Grosso e o Judiciário.

O edital é assinado pelo presidente do Sinpaig-MT, Antônio Wagner de Oliveira.

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