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Projeto que combate a erotização infantil nas escolas públicas é aprovado em segunda votação

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Foi aprovado nesta quarta-feira (28), em segunda votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 277/2019, de autoria do deputado estadual Sebastião Rezende (União), que institui medidas de conscientização, prevenção e combate à erotização infantil nas escolas públicas do estado. O projeto representa um marco na proteção da infância e no fortalecimento de políticas educacionais voltadas ao desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes.

A proposta determina que as escolas públicas incluam em seus projetos pedagógicos ações educativas para evitar a exposição precoce de crianças a conteúdos e comportamentos inadequados à sua idade. O objetivo é capacitar educadores, envolver as famílias e orientar os alunos, promovendo um ambiente escolar mais seguro, saudável e respeitoso.

Sebastião Rezende reforçou que a erotização precoce afeta negativamente o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças. “Precisamos proteger a inocência das nossas crianças. A erotização imposta a elas, seja por meios de comunicação, redes sociais ou até mesmo comportamentos inadequados no ambiente escolar, pode causar traumas profundos. Esse projeto é um passo firme na construção de uma educação que respeita a infância”, afirmou.

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O deputado também destacou que a iniciativa busca envolver não apenas os educadores, mas também pais e responsáveis no processo de formação e orientação das crianças. “Esse é um trabalho coletivo. Precisamos da escola, da família e da sociedade atuando juntos para combater esse mal silencioso que é a sexualização precoce”, completou.

Com a aprovação pelos parlamentares da ALMT, o projeto agora aguarda a sanção do governo do Estado para que possa entrar em vigor. A expectativa é que a lei seja sancionada o quanto antes, permitindo que as medidas educativas sejam implantadas já no próximo ciclo letivo.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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