ENTENDA

Prefeito de MT pode perder mandato por suspeita de compra de votos com cestas básicas

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O prefeito de Pontes e Lacerda, Jakson Bassi (PL), poderá ter seu mandato cassado após ser acusado de distribuir cestas básicas dois dias antes das eleições municipais de 2024.

 

A ação, que também envolve a vice-prefeita Aldriania Oliveira Aguiar e o ex-prefeito Alcino Pereira Barcelos, é investigada como possível compra de votos e abuso de poder político e econômico.

 

A juíza eleitoral Djéssica Giseli Küntzer, da Zona Eleitoral do município, marcou uma audiência para o próximo dia 29, quando os acusados deverão prestar esclarecimentos.

 

A distribuição das cestas foi denunciada pela coligação “Acredito na Mudança”, formada por PRD, União Brasil, Republicanos, PP e DC.

 

De acordo com os autos do processo, as cestas básicas foram entregues no dia 4 de outubro de 2024, utilizando recursos públicos da Prefeitura Municipal.

 

A defesa alega que a ação fazia parte de um programa social implementado desde 2021 e amparado por uma lei municipal, com uma previsão orçamentária de R$ 455.952,00 para sua execução.

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A audiência, que ocorrerá por videoconferência, será decisiva para determinar se as ações de Jakson Bassi e seus aliados configuram captação ilícita de sufrágio, o que pode levar à perda de seus mandatos.

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Política MT

Taques critica ausência de Mauro e Janaína em debate: “vergonha alheia”

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O candidato ao Senado Pedro Taques (PSB) foi o primeiro a chegar ao debate promovido pela TV Vila Real nesta quinta-feira (17), em Cuiabá, e aproveitou a coletiva antes do confronto para criticar a ausência de Mauro Mendes (União) e Janaína Riva (MDB).

Os dois foram convidados para o debate, mas não compareceram. Mauro optou por cumprir agenda no interior do Estado, enquanto Janaína também confirmou que não participaria. Os dois já haviam ficado fora de outros debates realizados durante a atual disputa pelo Senado.

Antes do início do encontro, Taques agradeceu ao Grupo Gazeta de Comunicação pela realização do debate e defendeu a participação dos candidatos em confrontos públicos como forma de apresentar propostas e discutir os principais temas do Estado e do país.

“Eu quero falar com o cidadão, mostrar a ele que o debate é importante e, se você deseja ser um parlamentar, precisa entender que ‘parlar’ vem de falar, de debate, e por isso eu estou no debate”, afirmou.

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Na sequência, o ex-governador direcionou as críticas aos adversários que não compareceram. Taques classificou a ausência de Mauro e Janaína como “vergonha alheia” e questionou se candidatos que evitam debates estariam preparados para enfrentar discussões no Senado.

“Alguns senadores têm coragem. Imagina um senador sem coragem ir lá enfrentar um Renan Calheiros, um Jader Barbalho ou outros senadores de outros estados. Se não tem coragem, quer ir para o Senado para quê?”, questionou.

Taques também afirmou que o eleitor perde a oportunidade de conhecer melhor os candidatos quando eles não participam dos debates. Na avaliação dele, a disputa pelo Senado exige disposição para o diálogo e para o confronto de ideias.

O candidato ainda ironizou a estratégia de priorizar as redes sociais em vez de participar de debates, classificando esse comportamento como postura de “candidatos de TikTok”.

O debate da TV Vila Real reuniu Pedro Taques, José Medeiros (PL), Margareth Buzetti (PP), Antônio Galvan (Avante) e Carlos Fávaro (PSD). Mauro Mendes e Janaína Riva, embora convidados, não participaram.

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A ausência dos dois candidatos também foi mencionada pelo presidente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, que defendeu a importância dos confrontos eleitorais e afirmou que a decisão sobre a participação cabe aos candidatos, enquanto a avaliação sobre essa escolha cabe ao eleitor.

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