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Mesmo internada para exames, Michelle Bolsonaro tem candidatura ao Senado anunciada por Bia Kicis

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Mesmo internada para realizar exames médicos, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro teve sua pré-candidatura ao Senado Federal pelo Distrito Federal confirmada neste sábado (2) pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF). O anúncio ocorreu durante o evento de lançamento da pré-candidatura de Bia ao Senado, quando a parlamentar informou que Michelle será uma das representantes do partido na disputa pelas duas vagas destinadas ao DF nas eleições de 2026.

Michelle havia sido convidada para participar do encontro, mas não compareceu devido a uma bateria de exames para investigar crises recorrentes de enxaqueca. Nas redes sociais, ela publicou uma imagem no leito hospitalar, mostrou parte da rotina durante a internação e agradeceu as mensagens de apoio recebidas.

Durante o evento, Bia Kicis explicou a ausência da ex-primeira-dama e afirmou que recebeu de Michelle a autorização para anunciar oficialmente a pré-candidatura.

“Nossa querida Michelle estava programada para vir até aqui, mas hoje teve que enfrentar problemas de saúde e não pôde estar presente. Ela me incumbiu de anunciar que é, sim, pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal”, declarou a deputada.

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Com a confirmação, Michelle Bolsonaro passa a integrar a estratégia eleitoral do Partido Liberal no Distrito Federal, onde deve disputar uma das duas cadeiras do Senado nas eleições de 2026. A outra vaga da chapa deve ser ocupada por Bia Kicis.

Ainda neste sábado, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a irmã de Michelle tivesse acesso à residência da família para auxiliar nos cuidados com a filha do casal durante o período em que a ex-primeira-dama permanece realizando exames médicos.

A decisão determinou que a entrada da familiar fosse comunicada ao STF e que aparelhos eletrônicos fossem entregues aos agentes responsáveis pela segurança da residência enquanto ela permanecesse no local.

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Política MT

Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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