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Lotes populares para famílias do Contorno Leste pautam encontro entre Abílio e Wilson Santos

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O presidente da Câmara Setorial Temática (CST) da Moradia Popular da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Wilson Santos (PSD), se reuniu na tarde desta segunda-feira (15) com o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, e a secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Michelle Dreher, no Palácio Alencastro. O encontro teve como pauta a busca de alternativas para o remanejamento das famílias do Contorno Leste, que deverão desocupar a área até 27 de outubro, em cumprimento a decisões judiciais de reintegração de posse.

Defensor histórico da habitação de interesse social, o parlamentar destacou a importância da modalidade de loteamento popular, bandeira que acompanha sua trajetória política. Ele reconheceu o importante passo dado pelo gestor municipal na definição de uma área com 700 lotes para atender as famílias do Contorno Leste que se enquadram nos critérios socioeconômicos levantados pela Secretaria Municipal de Assistência Social.

“Abílio teve sensibilidade e aderiu aos loteamentos populares para fins sociais. Isso já é uma vitória extraordinária para o povo humilde! Desperta a esperança dos moradores do Contorno Leste. Respeito todos os lados. A minha luta sempre foi essa e tenho identidade para falar sobre habitação. Mas tenho outra visão. Levantamos cerca de R$ 30 milhões em emendas com outros políticos que poderiam ser usados para desapropriar esse terreno ocupado para as famílias que se enquadram no levantamento socioeconômico. Sem contar que a prefeitura não teria ônus com água e energia elétrica, já que as concessionárias são obrigadas a fornecer”, justifica o deputado.

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O prefeito, por sua vez, explicou que um dos impasses em relação às emendas levantadas por Wilson Santos – que se comprometeu a destinar R$ 3 milhões – é o prazo, já que os recursos só estarão disponíveis em 2026. Para complementar esses valores, o senador licenciado Carlos Fávaro (PSD) ficou de destinar R$ 18 milhões, o senador Wellington Fagundes (PL) sinalizou emendas livres entre R$ 5 milhões e R$ 8 milhões ainda para este ano, e os vereadores Dra. Mara (Podemos) e Marcrean Santos (PP) se comprometeram R$ 1 milhão cada.

Na ocasião, o prefeito apresentou projeto para realocação das famílias afetadas. “Achamos uma área e fizemos um projeto de parcelamento do solo. Temos que ter segurança jurídica para tomar as devidas decisões. Asseguro que haverá pagamento de aluguel social para parte das famílias até a definição de novas áreas e a construção de suas casas, no prazo de três a quatro meses. Já levantamos 700 lotes que serão destinados a quem realmente precisa e estamos identificando quem, de fato, mora no Contorno Leste. Serão lotes urbanizados”, ressaltou Brunini.

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O projeto de lei elaborado pelo Executivo municipal já foi encaminhado para análise da Procuradoria-Geral do município e, em seguida, será enviado para apreciação da Câmara de Vereadores de Cuiabá. Em parceria da Secretaria de Habitação com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), acadêmicos do curso de Arquitetura vão auxiliar, de forma voluntária, no desenvolvimento dos projetos das casas para as famílias contempladas com os lotes urbanizados.

Reunião da CST da Moradia Popular – Para detalhar essa iniciativa e apresentar outros programas habitacionais da Prefeitura de Cuiabá, por meio de convite feito por Wilson Santos, a secretária Michelle Dreher confirmou participação na 13ª reunião da CST da Moradia Popular, nesta sexta-feira (19), às 14h30, na sala de comissões “Sarita Baracat”, na Assembleia Legislativa. O encontro também contará com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Contorno Leste – A ocupação da área teve início em outubro de 2022, ganhou força e visibilidade no fim de janeiro de 2023 e, atualmente, estima-se que cerca de 2,5 mil famílias vivam na região.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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