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Juca do Guaraná avalia implantação de projeto de aquaponia em Várzea Grande

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) esteve em Várzea Grande na manhã de sexta-feira (30) para uma visita técnica com o objetivo de verificar a viabilidade da implantação de tanques de aquaponia no Centro de Promoções Humanas Bom Pastor, localizado no Capão do Pequi. A iniciativa integra o projeto Piscicultura no Campo, realizado pelo deputado em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

A visita ocorreu a convite do coordenador de Incentivo às Atividades Produtivas Sustentáveis da Seaf, Brasílio Soares, e contou com a participação de servidores da Seaf, entre eles Luciano Gomes, Elizaldo Barbosa e Selma Borges.

Durante o encontro, foram discutidos os aspectos técnicos do projeto de aquaponia, bem como o potencial de aplicação da iniciativa no local.

Para Juca do Guaraná, a proposta representa uma alternativa sustentável e inovadora para fortalecer a agricultura familiar e ampliar oportunidades no campo.

“A aquaponia é um modelo moderno, que alia produção de peixe e hortaliças de forma integrada, sustentável e com baixo impacto ambiental. É um projeto que gera renda, segurança alimentar e desenvolvimento para quem vive da produção rural”, destacou o parlamentar.

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O deputado também ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à diversificação da produção e ao fortalecimento do pequeno produtor.

“Investir em projetos como esse é olhar para o futuro da agricultura familiar. Nosso papel é apoiar iniciativas que tragam tecnologia, capacitação e condições reais para que o produtor possa crescer com dignidade”, afirmou.

A visita técnica faz parte de uma agenda de acompanhamento e incentivo a projetos estruturantes no estado, com foco na inovação, sustentabilidade e fortalecimento da economia local.

Fonte: ALMT – MT

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Após Abilio, Cláudio e agora Flávia: cresce resistência à aliança entre PL e MDB

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A aliança construída entre o PL e o MDB em Mato Grosso para a disputa das eleições de 2026 continua provocando reações dentro do próprio Partido Liberal. Nesta segunda-feira (3), a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que não pretende participar do mesmo palanque de lideranças emedebistas após a confirmação da composição anunciada pelo senador Wellington Fagundes (PL).

Em manifestação pública, a prefeita declarou que não caminhará ao lado do ex-prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), adversário nas eleições municipais de 2024, nem da deputada estadual Janaína Riva (MDB), apontada como uma das candidatas ao Senado na chapa liderada pelo PL.

Segundo Flávia, sua posição está relacionada ao histórico de enfrentamentos políticos com integrantes do MDB. A prefeita também afirmou que esperava um posicionamento de Janaína Riva diante dos episódios de violência política que, segundo ela, enfrentou na Câmara Municipal de Várzea Grande envolvendo o presidente da Casa, vereador Wanderley Cerqueira (MDB).

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Apesar das críticas, Flávia informou que somente fará uma manifestação mais ampla após o encerramento das convenções partidárias, prazo que se encerra na quarta-feira (5), quando o cenário eleitoral estará oficialmente definido.

O posicionamento da prefeita reforça o movimento de resistência de lideranças do PL em Mato Grosso à aproximação com o MDB. Nos últimos dias, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou que prefere ser expulso do partido a fazer campanha ao lado de candidatos emedebistas. O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), também tornou pública sua insatisfação, classificando a composição como incompatível com os princípios que defende.

A aliança foi anunciada após entendimento conduzido pela direção nacional do Partido Liberal, que confirmou a formação de uma chapa encabeçada por Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, tendo o deputado federal José Medeiros (PL) e a deputada estadual Janaína Riva (MDB) como candidatos ao Senado.

As manifestações de Abilio, Cláudio Ferreira e, agora, Flávia Moretti evidenciam um cenário de divisão interna no PL mato-grossense, onde parte das principais lideranças municipais resiste à estratégia nacional de ampliar a aliança com o MDB para a disputa eleitoral de 2026.

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