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Deputados aprovam promoção excepcional de subtenentes da PM em sessão após abertura do ano legislativo

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Ao realizarem uma série de três sessões plenárias na tarde desta segunda-feira (2), após abertura do ano legislativo, os deputados estaduais aprovaram em duas votações matéria que trata de promoção excepcional de subtenentes da Polícia Militar. O Projeto de Lei Complementar nº 2/2026 autoriza a movimentação funcional, com elevação ao posto de Segundo-Tenente do Quadro Complementar de Oficiais da Polícia Militar por ato de bravura praticado em operações de risco extremo.

A proposta enviada pelo Poder Executivo também traz os critérios para que a promoção seja concedida. Entre as regras previstas, está a limitação do benefício ao número máximo de cinco militares por ano condicionada à existência de vagas. O tempo mínimo de 15 anos de serviço na Polícia Militar de Mato Grosso, com regularidade disciplinar, está incluso entre os requisitos para a excepcionalidade.

“É uma correção histórica que precisava ser feita, para que os subtenentes também pudessem galgar promoções dentro da sua carreira por atos de bravura. E está feita a correção. A gente já tinha feito o projeto, houve o veto, agora o governador manda a mensagem cumprindo o compromisso. E hoje nós já concluímos as duas votações”, comentou o presidente da Assembleia, deputado estadual Max Russi (PSB). Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 36/2026 para incluir esse tipo de promoção na lei que trata da ascensão na hierarquia militar do estado.

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O parlamentar indicou que houve tentativa de aprovar outro projeto prioritário em duas votações. Trata-se do Projeto de Lei nº 37/2026, que visa alterar a vigência da Lei nº 12.809 para o fim deste ano. A lei estabelece critérios para repasse de recursos do Governo do Estado aos municípios, por meio de convênios e instrumentos similares, e permite que municípios de até 50 mil habitantes não sejam impedidos de receber transferências ou de assinar convênios por conta da falta de situação de adimplência. “Nós votamos em primeira. Não houve o entendimento para a segunda votação. Então, vai ficar para a quarta-feira da próxima semana a gente fazer a votação desse projeto”, afirmou Russi.

O presidente da ALMT também justificou o adiantamento da sessão que seria realizada na quarta (4) para esta segunda e declarou que a próxima sessão plenária está prevista para a quarta-feira da próxima semana (11). “Cerca de 90% dos deputados gostariam que fosse feita a sessão no dia de hoje. Achei a ideia interessante porque nós temos a semana toda para os debates dentro da Assembleia, mas sem a necessidade de sessão”, explicou.

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Fonte: ALMT – MT

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Após perder disputa interna no União Brasil, Jayme Campos passa a ser citado como possível candidato em Várzea Grande

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A decisão do União Brasil de apoiar a pré-candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso abriu novas especulações sobre o futuro político do senador Jayme Campos. Sem o aval da sigla para disputar o Palácio Paiaguás e com o mandato no Senado chegando ao fim em janeiro, o nome do ex-governador voltou a circular nos bastidores como possível candidato à Prefeitura de Várzea Grande em 2028.

A avaliação entre lideranças políticas é de que Jayme mantém uma forte ligação com o município, onde construiu sua trajetória política e já exerceu o cargo de prefeito em mais de uma ocasião. Por esse motivo, uma eventual volta à disputa municipal passou a ser considerada uma possibilidade após o cenário estadual se reorganizar.

O senador ainda não confirmou qualquer intenção de disputar novamente a prefeitura, mas o assunto já começou a ser debatido entre aliados e integrantes do meio político. A leitura nos bastidores é que Várzea Grande poderia representar uma alternativa para a continuidade de sua atuação pública após o encerramento do mandato no Congresso Nacional.

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Com uma carreira marcada por passagens pelo Executivo municipal, Governo do Estado e Senado Federal, Jayme Campos agora passa a ser observado pelo mercado político diante das movimentações para as próximas eleições municipais.

Enquanto o cenário de 2028 ainda está distante, as articulações já começam a apontar possíveis caminhos para nomes tradicionais da política mato-grossense.

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