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Deputado parabeniza ação da Polícia Civil e defende fortalecimento da rede de proteção infantil

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O deputado Chico Guarnieri (PSDB) destacou a atuação da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT) durante as operações Marco Zero e Cesin, deflagradas na manhã desta segunda-feira (18), em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil.

As ações tiveram como foco o enfrentamento aos crimes de violência sexual infantil, incluindo estupro de vulnerável, produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil. Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão e medidas cautelares em Cuiabá, Várzea Grande, além de alvos localizados nos estados de Pernambuco e Mato Grosso do Sul.

Para o parlamentar, as operações representam uma resposta firme do Estado no combate aos crimes contra crianças e adolescentes e reforçam a importância de fortalecer a rede de proteção às vítimas.

“Quero parabenizar a Polícia Civil de Mato Grosso, pelo trabalho sério e pela coragem em conduzir operações dessa magnitude. Crimes contra crianças e adolescentes precisam ser combatidos com rigor absoluto, e a sociedade espera exatamente isso: ação firme, investigação e punição dos responsáveis”, afirmou Chico Guarnieri.

A Operação Marco Zero, conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), cumpriu 18 mandados de prisão preventiva contra investigados por estupro de vulnerável e foi considerada a maior da Região Metropolitana de Cuiabá em número de prisões preventivas relacionadas a crimes de abuso sexual infantojuvenil.

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Já a Operação Cesin, coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), teve como foco investigados por produção, armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil em ambiente digital. Durante as investigações, a Polícia Civil identificou o uso de redes de compartilhamento para disseminação dos arquivos ilícitos.

O deputado ressaltou ainda que a proteção da infância precisa ser tratada como prioridade permanente, defendendo ações integradas entre segurança pública, educação, assistência social e poder público.

“Não podemos permitir que nossas crianças sejam vítimas de violência, exploração ou abuso. Precisamos fortalecer os mecanismos de denúncia, acolhimento e proteção, além de garantir que esses criminosos sejam responsabilizados”, pontuou.

Leis e projetos

Chico Guarnieri também lembrou que o combate à violência contra crianças e adolescentes tem sido pauta constante de seu mandato na ALMT.

Entre as iniciativas, está a Lei nº 13.195/2026, que alterou a legislação estadual sobre a obrigatoriedade da veiculação de campanhas educativas e propagandas de conscientização contra a violência doméstica, violência à mulher, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, além do combate à prática de extorsão.

A norma determina a divulgação dos números dos canais de denúncia 180, 181, 190 e 197 em eventos esportivos, culturais, cinemas, teatros e demais espaços públicos e privados de grande circulação.

“Uma das formas mais importantes de combater esse tipo de crime é incentivar a denúncia. Muitas vítimas permanecem em silêncio por medo ou falta de informação. Por isso, defendemos mecanismos que ampliem a conscientização da população e facilitem o acesso aos canais de proteção”, destacou o parlamentar.

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O deputado também é autor do Projeto de Lei nº 1268/2025, que institui o Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes Vítimas e Testemunhas de Violência no Estado de Mato Grosso.

A proposta prevê políticas integradas de proteção, combate à revitimização, atendimento humanizado e ações articuladas entre saúde, assistência social, segurança pública e Justiça, garantindo acolhimento adequado às vítimas.

“O nosso objetivo é garantir que crianças e adolescentes tenham proteção integral, atendimento humanizado e que o Estado esteja preparado para agir rapidamente diante de qualquer denúncia de violência”, concluiu Chico Guarnieri.

Maio Laranja

O Maio Laranja é uma campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. A mobilização faz referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio.

A data foi instituída em memória de Araceli Crespo, menina de apenas 8 anos que foi sequestrada, violentada e assassinada em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). O caso se tornou símbolo da luta pela proteção da infância e pelo enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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