DIZ CCJR

CCJR não investigará suposto envolvimento de vereadores com facção

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A presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Samantha Iris, afirmou que as denúncias de que alguns vereadores teriam sido eleitos com o apoio de facções criminosas não serão investigadas pela comissão. Segundo a parlamentar, essa apuração cabe exclusivamente à polícia.

“Eu não vou entrar nessa discussão. Agora, meu foco está em tratar das comissões. Para mim, esse é um assunto encerrado. As denúncias foram feitas e o que deveria ter sido levado à polícia já foi encaminhado”, declarou Samantha à imprensa nesta quinta-feira (9).

Em novembro de 2024, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), trouxe a público denúncias sobre o suposto financiamento de campanhas eleitorais por organizações criminosas. Ele revelou ainda que alguns vereadores, cujos nomes não foram divulgados, teriam recebido ofertas de até R$ 200 mil para votar na Mesa Diretora conforme as orientações de uma facção.

As denúncias levaram o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), a instaurar um procedimento investigativo. À época, o procurador de Justiça Domingos Sávio destacou a gravidade da situação, afirmando que as declarações do prefeito não eram levianas e refletiam uma realidade preocupante:

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“O crime organizado, de fato, vem se mobilizando em todo o Brasil para se infiltrar nas estruturas da administração pública. A denúncia feita pelo prefeito Abilio não surpreende, considerando o histórico de tentativas de organizações criminosas de ocupar espaços no poder público”, disse Domingos.

O caso segue sob investigação policial e do MPMT, enquanto a CCJR da Câmara Municipal decidiu não se envolver na apuração.

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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