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Cattani cobra medidas urgentes para reduzir acidentes em curva da MT-010 em São José do Rio Claro

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou nesta segunda-feira (15) a adoção de medidas emergenciais para aumentar a segurança na MT-010, nas proximidades da Ponte do Canário, em São José do Rio Claro. A manifestação ocorreu após um grave acidente registrado no último domingo (14), que resultou na morte de um motociclista e deixou uma mulher gravemente ferida.

Ao citar o caso, Cattani lamentou a tragédia e voltou a defender intervenções imediatas no trecho, especialmente na curva localizada próxima à Ponte do Canário, que segundo ele é conhecida pelo alto risco de acidentes.

“Infelizmente temos uma notícia triste para relatar. A MT-010, que liga São José do Rio Claro a Tapurah e segue até Nova Canaã, é uma rodovia imprescindível para o desenvolvimento de Mato Grosso. Porém, logo na saída de São José existe uma curva muito perigosa, nas proximidades do Rio Canário, que continua colocando vidas em risco”, disse o parlamentar ao falar do acidente que vitimou Fabricio da Silva Batista.

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De acordo com o parlamentar, durante a implantação da rodovia já existia preocupação com o traçado naquele ponto. Segundo ele, a Associação de Beneficiários da MT-010 chegou a solicitar alterações no projeto para reduzir a intensidade da curva, mas a mudança não foi viabilizada após a negativa da concessionária de energia.

“A Energisa se negou a retirar alguns postes, que estavam ali, o que poderia diminuir a curva, para que não ficasse tão violenta. Existem algumas sinalizações mostrando que a curva é perigosa, mas mesmo assim isso não segura as pessoas e acaba acontecendo o que aconteceu agora, ceifando a vida de pessoas inocentes. Isso não pode continuar. Nós temos que ter uma solução”, relatou.

O deputado defendeu a instalação de redutores de velocidade como forma de obrigar os motoristas a reduzirem a velocidade no trecho.

“Peço ao governador Otaviano Pivetta que determine que sejam feitos ali dois redutores de velocidade, dois quebra-molas, um antes e outro depois da curva, para que as pessoas sejam obrigadas a diminuir a velocidade. Porque se isso não for feito nós vamos perder mais vidas por uma negligência. Temos agora que consertar esse problema”, afirmou.

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Além de cobrar providências, o parlamentar manifestou pesar pelo acidente e se solidarizou com os familiares das vítimas. Segundo Cattani, a instalação dos redutores pode ser uma medida simples, mas capaz de evitar novos acidentes e salvar vidas. O deputado afirmou que continuará acompanhando a situação e cobrando uma solução rápida para o trecho, considerado um dos mais perigosos da região.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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