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Congresso Internacional realizado pela ALMT aponta estratégias de segurança para MT e fronteiras vizinhas

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Foto: ELIEL TENÓRIO PEREIRA/ASSESSORIA DE GABINETE

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), sediou o 1º Congresso Internacional de Segurança de Fronteira do Brasil, realizado nos dias 17 e 18 de setembro no Teatro Zulmira Canavarros, por iniciativa dos deputados estaduais Elizeu Nascimento (PL-MT) e Eyder Brasil (PL-RO).

Entre quarta-feira e hoje (18), especialistas em segurança pública e parlamentares discutiram estratégias para combater a criminalidade organizada e reduzir os índices de tráfico de drogas, de pessoas e demais ilícitos que nas regiões fronteiriças. Temas de grande relevância estiveram em evidência, como: insurgência criminal e domínio territorial de facções, “Novo Cangaço”, tráfico internacional, vulnerabilidade de grupos sociais nas fronteiras, evasão de divisas, crimes ambientais ligados à biodiversidade, mineração e agrotóxicos, além do papel das Assembleias Legislativas e das forças de segurança no enfrentamento dessas ameaças.

O próximo passo será a criação de um documento oficial com as principais medidas discutidas, a ser encaminhado ao Governo Federal. Com o objetivo de contribuir com a formulação de políticas públicas eficazes para o fortalecimento da segurança nas regiões de fronteira do Brasil.

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O evento reuniu autoridades de peso do cenário político e da segurança pública. Entre os presentes, destacaram-se o senador por Mato Grosso Wellington Fagundes (PL); o deputado federal e ex-Comandante-Geral da PM-MT, Coronel Assis (União); o deputado federal Alberto Fraga (PL-DF); a juíza e ex-senadora Selma Arruda; além de representantes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) de Mato Grosso e Acre, e o comandante do Departamento de Operações de Fronteira de Mato Grosso do Sul (DOF).

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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