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ALMT e MPF firmam parceria para Núcleo de Combate à Violência Política de Gênero em MT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB) e a deputada Janaína Riva (MDB) firmaram uma parceria com o Ministério Público Federal (MPF) para a implantação de um núcleo de combate à violência política na ALMT. A tratativa ocorreu durante reunião na sede do MPF, em Cuiabá, com o procurador federal eleitoral, Ricardo Pael, nessa terça-feira (2).

“Fizemos uma boa tratativa aqui com a liderança da deputada Janaína, sobre a violência política de gênero. Vamos fazer uma colaboração com o Ministério Público Federal, com a Procuradoria da Mulher da Assembleia, trabalhar em conjunto com o Ministério Público Estadual. Enfim, com todos os órgãos para que a gente possa fazer esse enfrentamento de uma pauta que tá muito sensível no estado de Mato Grosso”, afirmou Max Russi.

Conforme o presidente da ALMT, esse novo núcleo será um espaço de acolhimento, orientação e ação concreta para garantir que a política seja um ambiente de respeito, igualdade e segurança para todas e todos.

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A deputada Janaína Riva destacou que essa é uma iniciativa inovadora no estado. “Vai ser uma parceria pioneira, agora vamos ter um um núcleo de combate à violência política de gênero. Essa é uma boa notícia para as mulheres políticas do nosso estado”, destacou a deputada. O Núcleo deverá funcionar junto à Procuradoria da Mulher, na ALMT.

Para o procurador Ricardo Pael, essa cooperação será muito produtiva para abrir mais canais de acesso das vítimas ao Ministério Público, como também para divulgar as ações bem-sucedidas e assim encorajar as vítimas a fazer as suas denúncias.

“A ideia é que sejam disponibilizados servidoras para trabalhar em conjunto com a Ministério Público Federal, para que consigamos dar uma atenção maior ao enfrentamento desses casos”, explicou Pael.

Além da criação do núcleo, os deputados também protocolaram uma representação para averiguação de possível prática de violência política de gênero contra a prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira, no último mês.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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