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Juca do Guaraná celebra os 277 anos de Mato Grosso e ressalta compromisso com a população

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Nesta sexta-feira, 9 de maio, o Estado de Mato Grosso celebra 277 anos de história, cultura e desenvolvimento. O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) comemorou a data enaltecendo o orgulho de ser mato-grossense e reafirmando seu compromisso com o povo do estado.

“Ser mato-grossense é carregar no coração a força de um povo trabalhador, acolhedor e que acredita no futuro. Tenho muito orgulho de ter nascido aqui, de ter sido criado aqui e, agora, de poder representar a nossa gente na Assembleia Legislativa”, declarou o parlamentar.

Juca destacou que, ao longo do seu mandato, tem trabalhado com seriedade e compromisso para apresentar leis que tragam benefícios reais para a vida dos mato-grossenses. Ele é autor de projetos voltados à saúde, inclusão social, segurança e infraestrutura. Entre suas iniciativas de destaque, estão leis que incentivam o atendimento humanizado na saúde pública e ações voltadas à proteção da mulher.

“Cada lei, cada emenda, cada ação que desenvolvemos tem como foco melhorar a vida de quem vive em Mato Grosso. É uma honra poder fazer parte dessa história e contribuir, com meu trabalho, para o desenvolvimento do nosso estado”, afirmou.

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O deputado também destacou a relevância de Mato Grosso no cenário nacional. O estado é hoje o maior produtor de grãos e carne do Brasil, além de abrigar importantes biomas como o Cerrado, a Amazônia e o Pantanal.

“Mato Grosso tem uma força gigantesca na economia nacional, mas também um papel ambiental estratégico. Somos um estado de oportunidades, de belezas naturais e de um povo que não mede esforços para crescer com responsabilidade. Nosso papel como representantes públicos é garantir que esse desenvolvimento chegue a todos”, finalizou.

Apesar de sua longa trajetória, o aniversário de Mato Grosso só passou a ser celebrado oficialmente há 22 anos, após a criação da Lei nº 8.007/2003, de autoria do ex-deputado estadual João Malheiros.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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