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Moretto defende transporte universitários para cinco campis da Unemat

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O deputado estadual, Valmir Moretto (Republicanos), aprovou na Sessão Ordinária desta quarta (9) emenda ao Projeto de Lei nº 1.649/2024, que visa garantir o transporte universitário para os estudantes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) dos campis de Diamantino, Sinop, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra e Colíder. A medida deve beneficiar diretamente 1000 (mil) alunos,

Por 13 votos a 10, o projeto de Lei que garante o Auxilio Transporte para todos os campis da Unemat segue para promulgação do governo do estado. O benefício faz parte do Programa de Assistência Estudantil (PAE) da Unemat e tem o objetivo de reduzir as desigualdades no acesso ao ensino superior, proporcionando condições mais dignas para que os estudantes possam concluir sua graduação sem o peso excessivo dos custos de deslocamento.

“A realidade dos nossos estudantes é desafiadora. Muitos deles percorrem longas distâncias diariamente para terem acesso ao ensino superior, enfrentando custos elevados de transporte. No Campus de Tangará da Serra, por exemplo, temos alunos vindos de diversas cidades, investindo valores consideráveis apenas para frequentar as aulas. Situação semelhante ocorre em Diamantino, Sinop, Colíder e Pontes e Lacerda, onde jovens dedicados lutam para conquistar um diploma e mudar suas realidades”, pontou o deputado Valmir Moretto.

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A emenda que possui um valor de R$ 3 milhões é especificamente para custear a implementação do Auxílio Transporte. A destinação do recurso nasceu na unidade de Pontes e Lacerda, onde o parlamentar já garantiu o auxílio transporte e agora se espalha por todo o estado.

“O deputado Moretto está auxiliando muitas pessoas a transformar a realidade de suas famílias. O deputado conseguiu visualizar o quanto isso é importante e agora vamos ter o transporte gratuito em todos os campis do Estado”, destacou Claudeir Dias, diretor administrativo da Unemat de Pontes e Lacerda.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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