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Deputado Thiago Silva visita Hospital Evangélico e solicita recursos ao Governo

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) e o Presidente da Câmara de Vila Bela da Santíssima Trindade, vereador Marcos Cleber (MDB), realizaram uma visita técnica de trabalho no Hospital Evangélico do município.

A unidade de saúde foi criada há mais de quatro décadas por missionários holandeses e presta atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para milhares de pessoas que residem na região oeste do estado. A visita aconteceu no último dia 19 deste mês.

Junto do vereador, do secretário de Planejamento do município, Juscilei Ramos, e da diretora Dora Dorileo, o deputado Thiago vistoriou todos os setores da unidade hospitalar, que recebe recursos do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal, aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com apoio do deputado para garantir melhorias na unidade e ampliação do atendimento.

Dora Dorileo solicitou ao deputado recursos do governo para manutenção e custeio da unidade e o parlamentar garantiu que irá trabalhar esta demanda junto ao Estado.

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“Vamos continuar trabalhando para que o Estado viabilize recursos para a realização de cirurgias e para o custeio da unidade de saúde, que é referência para os municípios de Pontes e Lacerda, Comodoro, Nova Lacerda, entre outros. Parabenizo o prefeito e médico Dr. André e toda a diretoria do hospital pelo trabalho sério que tem sido prestado em prol da população local”, afirmou o deputado.

O Hospital conta com equipe de médicos especializados em diversas áreas, um laboratório próprio, Tomógrafo, Raio-x, Ultrassom e outros equipamentos de última geração. A infraestrutura permite realizar atendimentos de média e alta complexidade, evitando a necessidade de transferências para hospitais distantes, garantindo assim, agilidade e conforto aos pacientes.

Fonte: ALMT – MT

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Wellington cresce nas pesquisas e vira alvo de ofensiva digital atribuída à campanha de Pivetta

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A disputa pelo Governo de Mato Grosso ganhou um novo capítulo nas redes sociais. Enquanto o senador Wellington Fagundes (PL) avança nas pesquisas eleitorais, uma ofensiva digital com acusações antigas contra o parlamentar voltou a ganhar força. Segundo a jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, a campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) manteria uma estrutura destinada a produzir e disseminar ataques contra adversários.

A informação foi publicada na coluna de Matais e aponta Wellington como o principal alvo da suposta estratégia. Nas últimas semanas, conteúdos relacionados ao crescimento patrimonial do senador ao longo de aproximadamente duas décadas passaram a circular novamente em redes sociais e blogs de Mato Grosso.

Também foram resgatadas publicações que relacionam Wellington à chamada Máfia dos Sanguessugas. A própria reportagem, porém, ressalta que o processo envolvendo o senador foi arquivado pela Justiça por falta de provas. A decisão, segundo a publicação, não estaria sendo mencionada em parte dos conteúdos que voltaram a circular.

O movimento ocorre em um momento politicamente delicado para Pivetta. O governador e seu grupo passaram a enfrentar maior desgaste público após a repercussão das investigações envolvendo um acordo de R$ 308 milhões entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi.

Caso Oi aumenta pressão sobre Pivetta

Em outra reportagem publicada por Andreza Matais, o caso Oi ganhou um novo elemento. Segundo a jornalista, uma usina ligada a Pivetta é suspeita de ter recebido recursos que teriam origem em um suposto esquema relacionado ao acordo firmado entre a empresa de telefonia e o Estado.

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O empreendimento não está formalmente registrado em nome do governador, mas Pivetta reconhece ter participação no negócio.

A negociação é investigada pela Polícia Federal no âmbito da Operação Heritage, que apura suspeitas relacionadas ao acordo celebrado entre o Estado e a Oi.

O entendimento foi firmado em abril de 2024, durante a gestão de Mauro Mendes, período em que Pivetta ocupava a Vice-Governadoria. A negociação ocorreu depois de a Oi perder disputas tributárias em diferentes instâncias.

Entre os pontos investigados está a forma de pagamento dos valores. Conforme informações atribuídas à Polícia Federal, os recursos teriam sido pagos sem observar a ordem cronológica dos precatórios, mecanismo utilizado para organizar o pagamento de dívidas reconhecidas judicialmente contra o poder público.

A investigação ainda está em curso e as suspeitas deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis.

Wellington cresce e volta ao centro da disputa

A repercussão do caso Oi passou a representar um novo problema político para Pivetta justamente quando Wellington Fagundes ganhou espaço na corrida eleitoral.

É nesse contexto que, segundo a coluna do Metrópoles, antigas acusações contra o senador voltaram a ser exploradas de maneira coordenada nas plataformas digitais.

A publicação, no entanto, não apresenta uma manifestação da campanha de Pivetta confirmando a existência do suposto “gabinete do ódio” ou respondendo especificamente à acusação.

O que dizem as regras eleitorais

A legislação eleitoral estabelece limites para a propaganda na internet, especialmente quando há utilização de mecanismos artificiais, identidade falsa ou disseminação ilícita de informações falsas ou gravemente descontextualizadas.

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A responsabilização pode alcançar diferentes participantes, de acordo com o envolvimento na criação, contratação, financiamento ou divulgação do conteúdo.

Isso significa que, em uma eventual investigação, não basta identificar apenas quem publicou uma informação. A Justiça Eleitoral pode analisar a origem, a coordenação e o financiamento de uma determinada estratégia digital.

Estratégia também aparece em outras eleições

A utilização de estruturas digitais para atingir adversários não é uma particularidade da disputa mato-grossense.

A coluna de Andreza Matais cita situação semelhante em Pernambuco, onde o candidato João Campos (PSB) acusa a governadora Raquel Lyra (PSD) de contratar uma empresa para produzir conteúdos destinados a desgastar sua imagem nas redes sociais.

O caso foi levado à Polícia Federal. Um empresário chegou a admitir, em entrevista, a utilização da estratégia. Raquel Lyra nega participação no esquema.

Em Mato Grosso, a acusação contra a campanha de Pivetta ainda depende de comprovação. O episódio, porém, acrescenta um componente novo à disputa pelo Palácio Paiaguás: além da batalha por votos, os candidatos também enfrentam uma guerra cada vez mais intensa pela narrativa nas redes sociais.

E, com Wellington ganhando espaço nas pesquisas e o caso Oi aumentando a pressão sobre o grupo governista, o ambiente eleitoral tende a ficar ainda mais acirrado nos próximos meses.

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