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Deputado, procurador-geral do MP e prefeito de Água Boa tratam com TJMT da construção da Promotoria no município

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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB), o prefeito de Água Boa (Dr. Mariano Kolankiewicz) e o procurador-geral de Justiça (Rodrigo Fonseca Costa) lideraram reunião no Tribunal de Justiça (TJMT) para tratar da construção da nova sede da Promotoria de Água Boa . O promotor do município Luis Lima Lentisco e a primeira-dama e deputada federal Juliana Kolankiewicz também participaram da reunião.

A demanda levada ao tribunal foi a cessão de parte de uma área anexa pertencente ao Fórum de Água Boa para a construção da promotoria. Eles foram recebidos pelo juiz auxiliar da presidência, Túlio Duailibi Alves Souza, em nome do presidente, desembargador José Zuquim Nogueira.

“Nós tratamos hoje aqui de uma demanda para o Tribunal de Justiça ceder uma área do terreno pertencente ao Fórum de Água Boa, algo em torno de 7 mil metros quadrados, para a construção da nova sede da promotoria no município”, disse Dr. Eugênio.

“Essa ação envolvendo o Tribunal de Justiça e o Ministério Público Estadual fará com que em um local só nós vamos conseguir resolver as duas coisas, ligando as duas instituições”, explicou o Deputado do Araguaia, em reunião na semana passada.

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O prefeito Dr. Mariano afirmou que a prefeitura vai realizar a construção do prédio. Ele agradeceu a recepção feita pelo juiz auxiliar Túlio e o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa. “Estivemos aqui no Tribunal de Justiça demonstrando a importância e a necessidade de se construir a nova promotoria em Água Boa. Em uma conversa sobre o terreno ao lado do fórum”, afirmou Dr. Mariano.

As autoridades estavam acompanhadas do promotor de Ribeirão Cascalheira, Marco Antonio Nogueira Perroni, do presidente da OAB-MT de Água Boa, Diego Mayolino Montecchi, do diretor de Engenharia da prefeitura, Marcelo Alves e do coordenador jurídico do deputado, Júlio Tardin.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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