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Deputado Thiago cobra contratação de professores auxiliares para alunos autistas e neurodivergentes

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O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Thiago Silva (MDB), reforçou a necessidade urgente de ampliação do quadro de professores auxiliares na rede estadual de ensino para atender estudantes autistas e neurodivergentes. No último dia 19, o parlamentar cobrou, durante a sessão plenária, que a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) preste esclarecimentos sobre a política de contratação desses profissionais essenciais para a inclusão escolar.

A iniciativa surgiu após reunião, realizada com membros da Associação Rondonopolitana de Pessoas com Transtorno do Espectro Autista e Neurodiversidade, no início do mês. Durante o encontro, mães, pedagogas e alunos relataram dificuldades devido à insuficiência de profissionais capacitados para oferecer suporte adequado dentro das unidades escolares.

“Recebemos diversos relatos sobre a necessidade de contratação de mais professores auxiliares, um fator que compromete diretamente o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes neurodivergentes. Antes, um parecer clínico era suficiente para garantir esse suporte, mas agora exige-se também um aprovação da DRE, o que tem causado atrasos e dificultado o acesso à educação inclusiva. Precisamos de celeridade nesse processo”, destacou Thiago Silva.

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O parlamentar reafirmou seu compromisso com a ampliação de políticas públicas voltadas à inclusão escolar, ressaltando que a presença de professores auxiliares é fundamental para garantir um ambiente de aprendizado inclusivo e acessível.

“Inclusão não pode ser apenas um conceito, e precisa ser uma realidade nas escolas. Nossa luta é para que a rede estadual tenha uma política robusta de suporte, garantindo acolhimento e condições adequadas para o desenvolvimento de cada estudante, de acordo com sua especificidade”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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Candidata do Novo denuncia suposto boicote e declara apoio a Flávio Bolsonaro e Medeiros

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A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

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“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

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Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

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