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Em Várzea Grande, expedição coordenada por Wilson Santos dá voz aos pescadores do Rio Cuiabá

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No terceiro dia da expedição fluvial de monitoramento e defesa do Rio Cuiabá, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou, nesta quarta-feira (11), de um encontro com pescadores, ribeirinhos, moradores e especialistas ambientais na tradicional Peixaria do Bola, no distrito de Bonsucesso, em Várzea Grande. A reunião discutiu os desafios enfrentados pelo rio, como poluição, impactos ambientais, erosão das margens e a perda da cultura tradicional ligada à pesca.

Durante o encontro, o proprietário da peixaria e pescador Francenil de Jesus, conhecido como Bola, agradeceu a atuação do parlamentar na defesa do rio e destacou a importância de envolver crianças e jovens em projetos voltados à preservação ambiental. Segundo ele, a cultura ribeirinha vem se perdendo ao longo das gerações. “Hoje uma criança não sabe mais catar uma minhoca ou cortar uma vara de pesca. O modo de vida do pescador está desaparecendo. Precisamos trabalhar a limpeza do rio, promover educação ambiental e mostrar para os jovens a importância do Rio Cuiabá”, afirmou.

Bola também defendeu iniciativas voltadas ao ecoturismo, festivais de pesca e ações educativas que valorizem as comunidades da Baixada Cuiabana. “A baixada cuiabana está abandonada. Precisamos desenvolver projetos que agreguem a juventude, fazer parcerias com as comunidades e promover o ecoturismo para que as pessoas conheçam a importância do rio”, acrescentou.

Com 75 anos de idade, o pescador aposentado Meinaldo Leite da Rosa relembrou sua trajetória na atividade pesqueira. Ele contou que tirou sua primeira carteira de pescador ainda na década de 1980 e trabalhou por mais de 30 anos na profissão e, ao longo das últimas décadas, ocorreram mudanças significativas no comportamento do rio e na quantidade de peixes, especialmente após a construção da Usina Hidrelétrica de Manso.

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“Depois da barragem tivemos uma queda muito grande de peixes. Durante anos, o peixe não subia mais como antes. Além disso, ainda enfrentamos o problema do esgoto sem tratamento sendo lançado no rio. Para cuidar do meio ambiente é preciso parceria entre o poder público e quem vive do rio”, afirmou Rosa.

O morador da região de Bonsucesso e aposentado, Djalma Assunção Souza Lima, também cobrou mais atenção do poder público e reforçou a importância da parceria entre órgãos ambientais e comunidades. “A gente só tem esse rio. Nossa região precisa de mais investimentos e de um olhar mais atento das autoridades”, disse.

Já o servidor público e presidente do bairro Chácara dos Pinheiros, em Várzea Grande, Marcos Brito, destacou a importância da expedição liderada por Wilson Santos para mostrar a realidade do Rio Cuiabá. “Esse trabalho é muito importante porque vai mostrar a situação do rio, principalmente o lançamento de esgoto. Para muitos pescadores, o rio é a única fonte de renda. O deputado Wilson Santos é hoje o parlamentar que mais tem levantado essa bandeira”, declarou.

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O engenheiro hidráulico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Rafael Paes, apresentou informações sobre o Plano da Bacia Hidrográfica do Rio Cuiabá, estudo em desenvolvimento desde 2023 e com previsão de conclusão em 2026. De acordo com ele, o diagnóstico busca apontar os principais impactos ambientais e orientar investimentos e políticas públicas para os próximos anos. Também, o pesquisador alertou para problemas de erosão ao longo do curso do rio, provocados, entre outros fatores, pela falta de sedimentos naturais.

“Durante as visitas técnicas identificamos vários pontos de erosão. Quando o sedimento não chega ao curso principal do rio, ele acaba sendo deslocado para as laterais, causando perda de solo nas margens. Por isso, é importante recuperar a vegetação nativa ao redor do rio Cuiabá”, pontuou Paes.

Expedição fluvial no Rio Cuiabá – Já esteve em Cuiabá, Várzea Grande, Rosário Oeste, Acorizal e Chapada dos Guimarães. Agora, nos próximos dias, a expedição fluvial seguirá pelos municípios de Rosário Oeste, Nobres, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e Poconé. A iniciativa será concluída no dia 13 de março, após uma série de visitas às comunidades ribeirinhas, fiscalização ambiental e diálogo direto com a população que depende do Rio Cuiabá.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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