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Vereadora propõe banir crianças de semáforos e gera polêmica

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A vereadora Dr.ª Mara (Podemos) defendeu nesta quinta-feira (6) um projeto de lei que busca proibir a presença de crianças em vias públicas, semáforos e avenidas de Cuiabá. Durante discurso na tribuna da Câmara Municipal, ela alegou, sem apresentar comprovação científica, que a prática de pedir dinheiro nas ruas pode levar ao desenvolvimento de transtornos como bipolaridade e falta de senso de responsabilidade.

“As crianças são, em sua grande maioria, venezuelanas. A gente não vê o costume dessas crianças pedindo no semáforo e avenidas como, por exemplo, os filhos de haitianos”, declarou a parlamentar. Ela também afirmou, sem apresentar evidências, que há troca de crianças entre pedintes para aumentar a comoção e arrecadar mais esmolas.

Ainda segundo a vereadora, o Conselho Tutelar não notificou, nos últimos seis anos, nenhuma família envolvida nessas situações. Ela reforçou a ideia de que pedir esmolas prejudica o desenvolvimento infantil: “Elas desenvolvem transtornos bipolares, déficit de atenção nas escolas, não criam responsabilidade de crianças”, afirmou.

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Dr.ª Mara também declarou que os venezuelanos têm “o costume do pedinte” e chegou a acusar brasileiros de fingirem ser imigrantes para conseguir dinheiro nas ruas. Ela mencionou que a maioria das famílias venezuelanas está assistida por programas sociais como o Bolsa Família e pela Assistência Social do Município, mas não apresentou dados que sustentem essa informação.

Por outro lado, um estudo do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), baseado em informações da Associação da Comunidade Venezuelana de Cuiabá, aponta que 88% das mães venezuelanas na capital são mães solo. A pesquisa ainda revela que a pandemia de covid-19 agravou a situação econômica dessas famílias, aumentando o desemprego e a informalidade, que atinge cerca de 88% das mulheres imigrantes.

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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